O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
O  seu nome é MULHER!

Ela era Eva
Criada para a felicidade de Adão
Mais tarde foi Maria
Dando à luz aquele
Que traria a salvação
Mas isso não bastaria
Para encontrar o perdão.
Passou a ser Amélia
A mulher de verdade
Para a sociedade
Não tinha a menor vaidade
Mas sonhava com a igualdade.
Algum tempo depois decidiu:
"Não dá mais!"
Queria a sua dignidade
Tinha os seus ideais!
Hoje não é só esposa ou filha 
É pai, mãe, sustento de família
É médica, professora, taxista,
Piloto de avião, policia,
Operária de construção ..
É o mundo que lhe deve perdão
Por tantos anos escondida, 
muitas vezes vivendo na solidão
Por tantos anos a servir,
sem levantar qualquer questão.
O seu nome é competência
É amante, mãe, é coração
O seu nome é MULHER !!!
 EVOLUÇÃO
PUBLICADO digitalblueradio às 14:45 | LINK DO POST
O  seu nome é MULHER!

Ela era Eva
Criada para a felicidade de Adão
Mais tarde foi Maria
Dando à luz aquele
Que traria a salvação
Mas isso não bastaria
Para encontrar o perdão.
Passou a ser Amélia
A mulher de verdade
Para a sociedade
Não tinha a menor vaidade
Mas sonhava com a igualdade.
Algum tempo depois decidiu:
"Não dá mais!"
Queria a sua dignidade
Tinha os seus ideais!
Hoje não é só esposa ou filha 
É pai, mãe, sustento de família
É médica, professora, taxista,
Piloto de avião, policia,
Operária de construção ..
É o mundo que lhe deve perdão
Por tantos anos escondida, 
muitas vezes vivendo na solidão
Por tantos anos a servir,
sem levantar qualquer questão.
O seu nome é competência
É amante, mãe, é coração
O seu nome é MULHER !!!
 EVOLUÇÃO
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A Passagem de Ano é sempre um momento de grande euforia , festa é o momento de se formularem desejos para o novo ano que principia, fica para trás o ano velho.
Todos os anos é o mesmo, chegamos a 31 de Dezembro, dia de S. Silvestre, depois de termos festejado o Natal com a Família, chega a vez da Alegria, fazer barulho, dos amigos e da farra!
"Réveillon", é uma palavra francesa que significa "Despertar do dia", mas este despertar é para muitos especial, partilham-se momentos com os amigos, vizinhos e familiares, a musica essa não pode faltar, enquanto se esperam as 12 badaladas.
À porta de um novo ano, o sentimento geral é de renovação. Fazem-se planos, recuperam-se desejos antigos que foram sucessivamente adiados. O novo ano trás consigo a eterna esperança de que o ano vindouro seja o concretizar de todos os sonhos. É por isso que a cada fim de ano as pessoas recorrem a pequenos rituais e superstições, que variam conforme as culturas, mas que têm todos a mesma finalidade: que o ano que se avizinha seja o melhor possível. 

Há quem leve tudo isto muito a sério, há quem siga estes rituais apenas por mera brincadeira. Seja qual for o grupo em que se insere, quer saber o que pode fazer para ter sucesso no próximo ano? 

Para começar, existe uma superstição associada à celebração do ano novo que acabamos por seguir, mesmo sem darmos por isso:  fazer muito barulho. A verdade é que ao extrapolarmos ruidosamente a nossa alegria estamos, segundo a tradição, a afastar os maus espíritos e, por isso, a começarmos o ano longe de todo o mal. Afinal a tradição de agarrar em panelas e tachos para fazer um alarido infernal tem algum significado! 
Cheia de significado pode estar também a roupa que escolhemos para comemorar o fim do ano. Assim, diz-se que nesta noite especial devemos vestir algo novo. E se a intenção é ter sorte no amor, temos de estrear uma peça de roupa interior pois assim deixa-se para trás todos os mal entendidos. Isto é sobretudo eficaz para quem está a começar um namoro. 
Mas se quiser muito amor, tem ainda outros rituais a cumprir. Vista-se de vermelho, e irá atrair fortes emoções, paixão e sensualidade. E não se esqueça de, à meia-noite, cumprimentar em primeiro lugar uma pessoa do sexo oposto. Isso também dará sorte. Já para os recém-casados, temos outra dica: dizem que os lençóis novos, na primeira noite de ano, deixam todas as ameaças à felicidade ao abandono... na máquina de lavar. 
 Entretanto, se a sua preocupação para o novo ano não tem nada a ver com questões amorosas, mas sim com a melhoria da carreira profissional, terá de vestir-se de castanho. O mesmo se aplica no caso de estar desempregado. Já para resolver os problemas económicos, terá de vestir qualquer peça de roupa amarela e colocar uma nota dentro do sapato. Quando der a meia-noite, diz a crendice que deve atirar moedas e notas para o ar que atrairá riqueza para todas as pessoas que nela moram. Se, entretanto, sentir alguma comichão na palma da mão direita é sinal que foi bem sucedido, pois o orçamento irá ficar mais recheado. Se sentir o mesmo na mão esquerda... azar. É melhor tentar outra coisa. 
Dizem as tradições que guardar uma folha de louro na carteira e deixa-la lá o ano inteiro, traz sorte, principalmente dinheiro...... ano inteiro.... Ah! e manda a tradição que não se deve passar  a passagem do ano com os bolsos vazios, porque assim eles vão permanecer tal e qual o resto do ano! Também nada de roupa apertada - para não ter dificuldades económicas. Certifique-se que tem todos os buracos, rasgões ou botões da roupa cosidos, para atrair a boa sorte. 
Verdadeiras ou falsas, a verdade é que todas estas superstições existem mesmo. E não ficam por aqui. Se é menos materialista e só quer paz, luz e prosperidade, o ideal é vestir qualquer coisa branca. Fica também a saber que o prateado revela o desejo de espiritualidade e que, se anseia por um ano de grande reflexão e serenidade, deve optar pelo lilás. Ainda na mesma onda, para muita saúde e harmonia opte pelo verde, sendo que para melhorar a comunicação com os outros deverá vestir o azul. Tirando as cores, há ainda muito mais superstições que pode seguir. Primeiro, é essencial não discutir no primeiro dia do ano, para que não venha a passar todos os 12 meses a barafustar. Também nunca se deve atrair o lado negativo das coisas pedindo um desejo pela negativa.
Se tiver intenções de subir na vida, suba com o pé direito para um banco ou cadeira, esta é uma velha tradição. Já para deixar para trás tudo o que de mau se passou, dê três pulinhos com uma taça de champanhe na mão, sem deixar derramar nenhuma gota. Depois, atire o líquido para trás, de uma só vez, sem olhar. Não se preocupe se molhar alguém, pois quem for atingido terá sorte garantida durante o ano inteiro! 
Mas há mais tradições. Se a comida tem sempre um enorme peso em qualquer ritual, a ceia do ano novo não é excepção, pois a nossa sorte parece também depender de tudo o que nela ingerirmos. Assim, presença assídua nas mesas portuguesas são as famosas 12 passas, que representam os 12 meses do ano. Acredita-se que, se pedirmos um desejo por cada fruto seco que levarmos à boca, eles tornam-se realidade. Temos é que ser rápidos, pois isso só acontece se cada passa acompanhar cada badalada. 
Outra das superstições passa por não comer aves na última refeição de um ano velho, para não deixar que a felicidade voe para longe. Por seu turno, não faz mal nenhum comer um bom chocolate - pois atrai riquezas - e, para qualquer apaixonado, será obrigatório incluir as uvas e as maçãs na ementa, pois representam a união e o amor. Já agora podem também incluir as ostras, pois será uma garantia de um ano forte em sexo.  
Para finalizar, convém salientar que, na entrada do ano novo, qualquer casa deve estar limpa, como mais um sinal de mudança. Assim, varra a casa de trás para a frente, coloque o lixo fora, incluindo qualquer objecto partido. Não se esqueça das lâmpadas fundidas, que devem também ser trocadas. Deste modo estará tudo em perfeitas condições! Entretanto, se estas superstições dão resultado ou não, no fundo não interessa. O que todos queremos é começar bem o ano, com muita festa e alegria, rodeados da família e amigos. E na realidade, se as quisermos seguir... mal não faz, de certeza!
 A primeira passagem de ano devido ao fuso-horário é na Austrália, mas aqui no nosso Portugal existem locais onde a tradição se mantêm, embora haja festas de Passagem de Ano portuguesas mais marcantes e mais conhecidas, como é o caso da Madeira, o Algarve, a Passagem de Ano na Serra da Estrela, Lisboa e Porto, é um facto que, de norte a sul do país, a noite mais longa noite do ano é festejada em todas as cidades e vilas. 

Na cultura ocidental, faz-se uma ceia no dia da véspera, para se aguardar o ano que chega, e à meia-noite da passagem de 31 de Dezembro para 1º de Janeiro, faz-se uma queima de fogos de artifício, esta celebração está ligada a uma lenda popular que deu a esta noite o nome de Noite de São Silvestre. Esta prática tem muita fama em vários lugares, servindo como grande atracção turística, por exemplo:
Ponte da Baía de Sydney, Austrália
Praia de Copacabana, Rio de Janeiro
 Contagem regressiva na Times Square, Nova Iorque
O Ano-Novo ou réveillon é um evento que acontece quando uma cultura celebra o fim de um ano e o começo do próximo. Todas as culturas que têm calendários anuais celebram o "Ano-Novo". 

A comemoração ocidental tem origem num decreto do governador romano Júlio César, que fixou o 1 de janeiro como o Dia do Ano-Novo em 46 a.C. Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões. O mês de Janeiro, deriva do nome de Jano, que tinha duas faces, uma voltada para frente visualizando o futuro e a outra para trás visualizando o passado.
No Porto, a celebração mais famosa é a da Avenida dos Aliados, em que toda a gente espera o novo ano, memorável pelo seu fogo de artifício cruzando os edifícios, e pelos concertos populares.
Na região autónoma da Madeira, onde o fim de ano é provavelmente o dia mais festivo durante o ano, o réveillon é na principal cidade, Funchal, estando o espectáculo de fogo de artifício no livro de recordes do Guinness como o "maior espectáculo pirotécnico do mundo". Esse espectáculo ganha especial interesse pois o Funchal é uma cidade em anfiteatro, onde as pessoas se espalham numa área com mais de dezessete km e com mais de seiscentos metros de altitude. A cidade recebe, ainda, na orla marítima, dezenas de navios de cruzeiro, o que aumenta o ambiente de festa. Enfim seja onde for, com muita ou menor festa, cada um passa-o á sua maneira e o NOVO ANO começa. 

PUBLICADO digitalblueradio às 10:44 | LINK DO POST
A Passagem de Ano é sempre um momento de grande euforia , festa é o momento de se formularem desejos para o novo ano que principia, fica para trás o ano velho.
Todos os anos é o mesmo, chegamos a 31 de Dezembro, dia de S. Silvestre, depois de termos festejado o Natal com a Família, chega a vez da Alegria, fazer barulho, dos amigos e da farra!
"Réveillon", é uma palavra francesa que significa "Despertar do dia", mas este despertar é para muitos especial, partilham-se momentos com os amigos, vizinhos e familiares, a musica essa não pode faltar, enquanto se esperam as 12 badaladas.
À porta de um novo ano, o sentimento geral é de renovação. Fazem-se planos, recuperam-se desejos antigos que foram sucessivamente adiados. O novo ano trás consigo a eterna esperança de que o ano vindouro seja o concretizar de todos os sonhos. É por isso que a cada fim de ano as pessoas recorrem a pequenos rituais e superstições, que variam conforme as culturas, mas que têm todos a mesma finalidade: que o ano que se avizinha seja o melhor possível. 

Há quem leve tudo isto muito a sério, há quem siga estes rituais apenas por mera brincadeira. Seja qual for o grupo em que se insere, quer saber o que pode fazer para ter sucesso no próximo ano? 

Para começar, existe uma superstição associada à celebração do ano novo que acabamos por seguir, mesmo sem darmos por isso:  fazer muito barulho. A verdade é que ao extrapolarmos ruidosamente a nossa alegria estamos, segundo a tradição, a afastar os maus espíritos e, por isso, a começarmos o ano longe de todo o mal. Afinal a tradição de agarrar em panelas e tachos para fazer um alarido infernal tem algum significado! 
Cheia de significado pode estar também a roupa que escolhemos para comemorar o fim do ano. Assim, diz-se que nesta noite especial devemos vestir algo novo. E se a intenção é ter sorte no amor, temos de estrear uma peça de roupa interior pois assim deixa-se para trás todos os mal entendidos. Isto é sobretudo eficaz para quem está a começar um namoro. 
Mas se quiser muito amor, tem ainda outros rituais a cumprir. Vista-se de vermelho, e irá atrair fortes emoções, paixão e sensualidade. E não se esqueça de, à meia-noite, cumprimentar em primeiro lugar uma pessoa do sexo oposto. Isso também dará sorte. Já para os recém-casados, temos outra dica: dizem que os lençóis novos, na primeira noite de ano, deixam todas as ameaças à felicidade ao abandono... na máquina de lavar. 
 Entretanto, se a sua preocupação para o novo ano não tem nada a ver com questões amorosas, mas sim com a melhoria da carreira profissional, terá de vestir-se de castanho. O mesmo se aplica no caso de estar desempregado. Já para resolver os problemas económicos, terá de vestir qualquer peça de roupa amarela e colocar uma nota dentro do sapato. Quando der a meia-noite, diz a crendice que deve atirar moedas e notas para o ar que atrairá riqueza para todas as pessoas que nela moram. Se, entretanto, sentir alguma comichão na palma da mão direita é sinal que foi bem sucedido, pois o orçamento irá ficar mais recheado. Se sentir o mesmo na mão esquerda... azar. É melhor tentar outra coisa. 
Dizem as tradições que guardar uma folha de louro na carteira e deixa-la lá o ano inteiro, traz sorte, principalmente dinheiro...... ano inteiro.... Ah! e manda a tradição que não se deve passar  a passagem do ano com os bolsos vazios, porque assim eles vão permanecer tal e qual o resto do ano! Também nada de roupa apertada - para não ter dificuldades económicas. Certifique-se que tem todos os buracos, rasgões ou botões da roupa cosidos, para atrair a boa sorte. 
Verdadeiras ou falsas, a verdade é que todas estas superstições existem mesmo. E não ficam por aqui. Se é menos materialista e só quer paz, luz e prosperidade, o ideal é vestir qualquer coisa branca. Fica também a saber que o prateado revela o desejo de espiritualidade e que, se anseia por um ano de grande reflexão e serenidade, deve optar pelo lilás. Ainda na mesma onda, para muita saúde e harmonia opte pelo verde, sendo que para melhorar a comunicação com os outros deverá vestir o azul. Tirando as cores, há ainda muito mais superstições que pode seguir. Primeiro, é essencial não discutir no primeiro dia do ano, para que não venha a passar todos os 12 meses a barafustar. Também nunca se deve atrair o lado negativo das coisas pedindo um desejo pela negativa.
Se tiver intenções de subir na vida, suba com o pé direito para um banco ou cadeira, esta é uma velha tradição. Já para deixar para trás tudo o que de mau se passou, dê três pulinhos com uma taça de champanhe na mão, sem deixar derramar nenhuma gota. Depois, atire o líquido para trás, de uma só vez, sem olhar. Não se preocupe se molhar alguém, pois quem for atingido terá sorte garantida durante o ano inteiro! 
Mas há mais tradições. Se a comida tem sempre um enorme peso em qualquer ritual, a ceia do ano novo não é excepção, pois a nossa sorte parece também depender de tudo o que nela ingerirmos. Assim, presença assídua nas mesas portuguesas são as famosas 12 passas, que representam os 12 meses do ano. Acredita-se que, se pedirmos um desejo por cada fruto seco que levarmos à boca, eles tornam-se realidade. Temos é que ser rápidos, pois isso só acontece se cada passa acompanhar cada badalada. 
Outra das superstições passa por não comer aves na última refeição de um ano velho, para não deixar que a felicidade voe para longe. Por seu turno, não faz mal nenhum comer um bom chocolate - pois atrai riquezas - e, para qualquer apaixonado, será obrigatório incluir as uvas e as maçãs na ementa, pois representam a união e o amor. Já agora podem também incluir as ostras, pois será uma garantia de um ano forte em sexo.  
Para finalizar, convém salientar que, na entrada do ano novo, qualquer casa deve estar limpa, como mais um sinal de mudança. Assim, varra a casa de trás para a frente, coloque o lixo fora, incluindo qualquer objecto partido. Não se esqueça das lâmpadas fundidas, que devem também ser trocadas. Deste modo estará tudo em perfeitas condições! Entretanto, se estas superstições dão resultado ou não, no fundo não interessa. O que todos queremos é começar bem o ano, com muita festa e alegria, rodeados da família e amigos. E na realidade, se as quisermos seguir... mal não faz, de certeza!
 A primeira passagem de ano devido ao fuso-horário é na Austrália, mas aqui no nosso Portugal existem locais onde a tradição se mantêm, embora haja festas de Passagem de Ano portuguesas mais marcantes e mais conhecidas, como é o caso da Madeira, o Algarve, a Passagem de Ano na Serra da Estrela, Lisboa e Porto, é um facto que, de norte a sul do país, a noite mais longa noite do ano é festejada em todas as cidades e vilas. 

Na cultura ocidental, faz-se uma ceia no dia da véspera, para se aguardar o ano que chega, e à meia-noite da passagem de 31 de Dezembro para 1º de Janeiro, faz-se uma queima de fogos de artifício, esta celebração está ligada a uma lenda popular que deu a esta noite o nome de Noite de São Silvestre. Esta prática tem muita fama em vários lugares, servindo como grande atracção turística, por exemplo:
Ponte da Baía de Sydney, Austrália
Praia de Copacabana, Rio de Janeiro
 Contagem regressiva na Times Square, Nova Iorque
O Ano-Novo ou réveillon é um evento que acontece quando uma cultura celebra o fim de um ano e o começo do próximo. Todas as culturas que têm calendários anuais celebram o "Ano-Novo". 

A comemoração ocidental tem origem num decreto do governador romano Júlio César, que fixou o 1 de janeiro como o Dia do Ano-Novo em 46 a.C. Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões. O mês de Janeiro, deriva do nome de Jano, que tinha duas faces, uma voltada para frente visualizando o futuro e a outra para trás visualizando o passado.
No Porto, a celebração mais famosa é a da Avenida dos Aliados, em que toda a gente espera o novo ano, memorável pelo seu fogo de artifício cruzando os edifícios, e pelos concertos populares.
Na região autónoma da Madeira, onde o fim de ano é provavelmente o dia mais festivo durante o ano, o réveillon é na principal cidade, Funchal, estando o espectáculo de fogo de artifício no livro de recordes do Guinness como o "maior espectáculo pirotécnico do mundo". Esse espectáculo ganha especial interesse pois o Funchal é uma cidade em anfiteatro, onde as pessoas se espalham numa área com mais de dezessete km e com mais de seiscentos metros de altitude. A cidade recebe, ainda, na orla marítima, dezenas de navios de cruzeiro, o que aumenta o ambiente de festa. Enfim seja onde for, com muita ou menor festa, cada um passa-o á sua maneira e o NOVO ANO começa. 

PUBLICADO digitalblueradio às 10:44 | LINK DO POST
A Passagem de Ano é sempre um momento de grande euforia , festa é o momento de se formularem desejos para o novo ano que principia, fica para trás o ano velho.
Todos os anos é o mesmo, chegamos a 31 de Dezembro, dia de S. Silvestre, depois de termos festejado o Natal com a Família, chega a vez da Alegria, fazer barulho, dos amigos e da farra!
"Réveillon", é uma palavra francesa que significa "Despertar do dia", mas este despertar é para muitos especial, partilham-se momentos com os amigos, vizinhos e familiares, a musica essa não pode faltar, enquanto se esperam as 12 badaladas.
À porta de um novo ano, o sentimento geral é de renovação. Fazem-se planos, recuperam-se desejos antigos que foram sucessivamente adiados. O novo ano trás consigo a eterna esperança de que o ano vindouro seja o concretizar de todos os sonhos. É por isso que a cada fim de ano as pessoas recorrem a pequenos rituais e superstições, que variam conforme as culturas, mas que têm todos a mesma finalidade: que o ano que se avizinha seja o melhor possível. 

Há quem leve tudo isto muito a sério, há quem siga estes rituais apenas por mera brincadeira. Seja qual for o grupo em que se insere, quer saber o que pode fazer para ter sucesso no próximo ano? 

Para começar, existe uma superstição associada à celebração do ano novo que acabamos por seguir, mesmo sem darmos por isso:  fazer muito barulho. A verdade é que ao extrapolarmos ruidosamente a nossa alegria estamos, segundo a tradição, a afastar os maus espíritos e, por isso, a começarmos o ano longe de todo o mal. Afinal a tradição de agarrar em panelas e tachos para fazer um alarido infernal tem algum significado! 
Cheia de significado pode estar também a roupa que escolhemos para comemorar o fim do ano. Assim, diz-se que nesta noite especial devemos vestir algo novo. E se a intenção é ter sorte no amor, temos de estrear uma peça de roupa interior pois assim deixa-se para trás todos os mal entendidos. Isto é sobretudo eficaz para quem está a começar um namoro. 
Mas se quiser muito amor, tem ainda outros rituais a cumprir. Vista-se de vermelho, e irá atrair fortes emoções, paixão e sensualidade. E não se esqueça de, à meia-noite, cumprimentar em primeiro lugar uma pessoa do sexo oposto. Isso também dará sorte. Já para os recém-casados, temos outra dica: dizem que os lençóis novos, na primeira noite de ano, deixam todas as ameaças à felicidade ao abandono... na máquina de lavar. 
 Entretanto, se a sua preocupação para o novo ano não tem nada a ver com questões amorosas, mas sim com a melhoria da carreira profissional, terá de vestir-se de castanho. O mesmo se aplica no caso de estar desempregado. Já para resolver os problemas económicos, terá de vestir qualquer peça de roupa amarela e colocar uma nota dentro do sapato. Quando der a meia-noite, diz a crendice que deve atirar moedas e notas para o ar que atrairá riqueza para todas as pessoas que nela moram. Se, entretanto, sentir alguma comichão na palma da mão direita é sinal que foi bem sucedido, pois o orçamento irá ficar mais recheado. Se sentir o mesmo na mão esquerda... azar. É melhor tentar outra coisa. 
Dizem as tradições que guardar uma folha de louro na carteira e deixa-la lá o ano inteiro, traz sorte, principalmente dinheiro...... ano inteiro.... Ah! e manda a tradição que não se deve passar  a passagem do ano com os bolsos vazios, porque assim eles vão permanecer tal e qual o resto do ano! Também nada de roupa apertada - para não ter dificuldades económicas. Certifique-se que tem todos os buracos, rasgões ou botões da roupa cosidos, para atrair a boa sorte. 
Verdadeiras ou falsas, a verdade é que todas estas superstições existem mesmo. E não ficam por aqui. Se é menos materialista e só quer paz, luz e prosperidade, o ideal é vestir qualquer coisa branca. Fica também a saber que o prateado revela o desejo de espiritualidade e que, se anseia por um ano de grande reflexão e serenidade, deve optar pelo lilás. Ainda na mesma onda, para muita saúde e harmonia opte pelo verde, sendo que para melhorar a comunicação com os outros deverá vestir o azul. Tirando as cores, há ainda muito mais superstições que pode seguir. Primeiro, é essencial não discutir no primeiro dia do ano, para que não venha a passar todos os 12 meses a barafustar. Também nunca se deve atrair o lado negativo das coisas pedindo um desejo pela negativa.
Se tiver intenções de subir na vida, suba com o pé direito para um banco ou cadeira, esta é uma velha tradição. Já para deixar para trás tudo o que de mau se passou, dê três pulinhos com uma taça de champanhe na mão, sem deixar derramar nenhuma gota. Depois, atire o líquido para trás, de uma só vez, sem olhar. Não se preocupe se molhar alguém, pois quem for atingido terá sorte garantida durante o ano inteiro! 
Mas há mais tradições. Se a comida tem sempre um enorme peso em qualquer ritual, a ceia do ano novo não é excepção, pois a nossa sorte parece também depender de tudo o que nela ingerirmos. Assim, presença assídua nas mesas portuguesas são as famosas 12 passas, que representam os 12 meses do ano. Acredita-se que, se pedirmos um desejo por cada fruto seco que levarmos à boca, eles tornam-se realidade. Temos é que ser rápidos, pois isso só acontece se cada passa acompanhar cada badalada. 
Outra das superstições passa por não comer aves na última refeição de um ano velho, para não deixar que a felicidade voe para longe. Por seu turno, não faz mal nenhum comer um bom chocolate - pois atrai riquezas - e, para qualquer apaixonado, será obrigatório incluir as uvas e as maçãs na ementa, pois representam a união e o amor. Já agora podem também incluir as ostras, pois será uma garantia de um ano forte em sexo.  
Para finalizar, convém salientar que, na entrada do ano novo, qualquer casa deve estar limpa, como mais um sinal de mudança. Assim, varra a casa de trás para a frente, coloque o lixo fora, incluindo qualquer objecto partido. Não se esqueça das lâmpadas fundidas, que devem também ser trocadas. Deste modo estará tudo em perfeitas condições! Entretanto, se estas superstições dão resultado ou não, no fundo não interessa. O que todos queremos é começar bem o ano, com muita festa e alegria, rodeados da família e amigos. E na realidade, se as quisermos seguir... mal não faz, de certeza!
 A primeira passagem de ano devido ao fuso-horário é na Austrália, mas aqui no nosso Portugal existem locais onde a tradição se mantêm, embora haja festas de Passagem de Ano portuguesas mais marcantes e mais conhecidas, como é o caso da Madeira, o Algarve, a Passagem de Ano na Serra da Estrela, Lisboa e Porto, é um facto que, de norte a sul do país, a noite mais longa noite do ano é festejada em todas as cidades e vilas. 

Na cultura ocidental, faz-se uma ceia no dia da véspera, para se aguardar o ano que chega, e à meia-noite da passagem de 31 de Dezembro para 1º de Janeiro, faz-se uma queima de fogos de artifício, esta celebração está ligada a uma lenda popular que deu a esta noite o nome de Noite de São Silvestre. Esta prática tem muita fama em vários lugares, servindo como grande atracção turística, por exemplo:
Ponte da Baía de Sydney, Austrália
Praia de Copacabana, Rio de Janeiro
 Contagem regressiva na Times Square, Nova Iorque
O Ano-Novo ou réveillon é um evento que acontece quando uma cultura celebra o fim de um ano e o começo do próximo. Todas as culturas que têm calendários anuais celebram o "Ano-Novo". 

A comemoração ocidental tem origem num decreto do governador romano Júlio César, que fixou o 1 de janeiro como o Dia do Ano-Novo em 46 a.C. Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões. O mês de Janeiro, deriva do nome de Jano, que tinha duas faces, uma voltada para frente visualizando o futuro e a outra para trás visualizando o passado.
No Porto, a celebração mais famosa é a da Avenida dos Aliados, em que toda a gente espera o novo ano, memorável pelo seu fogo de artifício cruzando os edifícios, e pelos concertos populares.
Na região autónoma da Madeira, onde o fim de ano é provavelmente o dia mais festivo durante o ano, o réveillon é na principal cidade, Funchal, estando o espectáculo de fogo de artifício no livro de recordes do Guinness como o "maior espectáculo pirotécnico do mundo". Esse espectáculo ganha especial interesse pois o Funchal é uma cidade em anfiteatro, onde as pessoas se espalham numa área com mais de dezessete km e com mais de seiscentos metros de altitude. A cidade recebe, ainda, na orla marítima, dezenas de navios de cruzeiro, o que aumenta o ambiente de festa. Enfim seja onde for, com muita ou menor festa, cada um passa-o á sua maneira e o NOVO ANO começa. 

PUBLICADO digitalblueradio às 10:44 | LINK DO POST
O "Natal" é comemorado a 25 de Dezembro (nos países eslavos e ortodoxos cujos calendários são baseados no calendário juliano, é comemorado a 7 de janeiro), originalmente destinado a celebrar o nascimento anual do "Deus Sol" no solstício de inverno e adaptado pela Igreja Católica passando a comemorar o nascimento de Jesus de Nazaré. 
Embora tradicionalmente o Natal seja um feriado cristão é amplamente comemorado por muitos não-cristãos, além disso o Pai Natal é uma figura mitológica popular em muitos países, a festa tornou-se um acontecimento significativo e um período chave de vendas. A palavra "Natal" deriva do latim e significa nascer. De "nātālis" evoluiram também "natale" do italiano, "noël" do francês, "nadal" do catalão e "navidad" do castelhano, já a palavra "Christmas" do inglês evoluiu de "Christes maesse" que quer dizer missa de Cristo.
De acordo com o almanaque romano, a festa já era celebrada em Roma no ano 336 d.C.. No século IV, as igrejas ocidentais passaram a adotar o dia 25 de dezembro para o Natal e o dia 6 de janeiro para Epifania (que significa "manifestação"). Nesse dia comemora-se a visita dos Magos. Segundo alguns historiadores a data de 25 de dezembro não é a data real do nascimento de Jesus. A Igreja entendeu que devia cristianizar as festividades pagãs que os vários povos celebravam por altura do solstício de Inverno e o dia 25 de dezembro foi adotado para que a data coincidisse com a festividade romana dedicada ao "nascimento do deus sol invencível", que comemorava o solstício de inverno. No mundo romano, a "Saturnália", festividade em honra ao deus Saturno, era comemorada de 17 a 22 de dezembro; era um período de alegria e troca de presentes. O dia 25 de dezembro era tido também como o do nascimento do misterioso deus persa "Mitra, o Sol da Virtude".
Há muito tempo se sabe que o Natal tem raízes pagãs. Por causa de sua origem não-bíblica. A Bíblia diz que os pastores estavam nos campos a cuidar das ovelhas na noite em que Jesus Cristo nasceu. O mês judaico de Kislev, correspondente aproximadamente à segunda metade de novembro e primeira metade de dezembro no calendário gregoriano era um mês frio e chuvoso. Sendo assim, não era um mês propício para os pastores irem para os campos. O nascimento de Jesus deu-se por volta de dois anos antes da morte do Rei Herodes, denominado "o Grande", ou seja, considerando que este morreu em 4 AEC, então Jesus só pode ter nascido em 6 AEC. Segundo a Bíblia, antes de morrer, Herodes mandou matar os meninos de Belém até aos 2 anos, de acordo com o tempo que apareceu a "estrela" aos magos. (Mateus 2:1, 16-19 - Era seu desejo livrar-se de um possível novo "rei dos judeus"). 
Ainda, segundo a Bíblia, antes do nascimento de Jesus, o imperador Octávio César Augusto decretou que todos os habitantes do Império se fossem recensear, cada um à sua cidade natal. Isso obrigou José a viajar de Nazaré (na Galileia) até Belém (na Judeia), a fim de se registar-se com Maria, sua esposa. A viagem de Nazaré a Belém distância de uns 150 km e deveria ter sido muito cansativa para Maria que estava em adiantado estado de gravidez. Enquanto estavam em Belém, Maria teve o seu filho primogénito. Envolveu-o em faixas de panos e o deitou numa manjedoura, porque não havia lugar disponível para eles nos vários locais de alojamento. Maria necessitava de um local tranquilo e isolado para o parto. Os pastores estariam nos campos com os seus rebanhos, os rebanhos saíam para os campos em Março e recolhiam nos princípios de Novembro. Não há nenhuma informação fidedigna que prove que havia animais junto do recém-nascido Jesus. 
Após o nascimento de Jesus em Belém, ainda governava a Judeia o Rei Herodes, chegaram "do Oriente a Jerusalém uns magos guiados por uma estrela" que anunciou o nascimento de Jesus e levou os "Três Reis Magos" ao local onde este se encontrava. A natureza real da "Estrela de Belém" é alvo de discussão entre os biblistas. Os "magos" que vinham do Leste de Jerusalém, não eram reis. Julga-se que terá sido Tertuliano de Cartago, que no início do 3.º Século terá escrito que os Magos do Oriente eram reis. O motivo parece advir de algumas referências do Antigo Testamento, como é o caso do Salmo 68:29: "Por amor do Teu Templo em Jerusalém, os reis te trarão presentes." Em vez disso, os "magos" eram sacerdotes astrólogos, considerados "Sábios", e por isso, conselheiros de reis. Podiam ter vindo da Babilónia, mas não podemos descartar a Pérsia (Irão). São Justino, no 2.º Século, considera que os Magos vieram da Arábia. Quantos eram e os seus nomes, não foram revelados nos Evangelhos canónicos. Os nomes de "Gaspar", "Melchior" e "Baltazar" constam dos Evangelhos Apócrifos. Deduz-se terem sido 3 magos, em vista dos 3 tipos de presentes e não existe qualquer referência em que animais os Magos vieram montados.
Existem muitas versões sobre a procedência da árvore de Natal, a maioria delas indicando a Alemanha como país de origem, uma das mais populares atribui a novidade ao padre Martinho Lutero (1483-1546), autor da Reforma Protestante do século XVI. Olhando para o céu através de uns pinheiros que cercavam a trilha, viu-o intensamente estrelado parecendo-lhe um colar de diamantes encimando a copa das árvores. Tomado pela beleza daquilo, decidiu arrancar um galho para levar para casa. Quando lá chegou, entusiasmado, colocou o pequeno pinheiro num vaso com terra, chamou a esposa e os filhos, decorou-o com pequenas velas acesas afincadas nas pontas dos ramos. Decorou-o com papéis de várias cores, afastando-se para ver melhor, ficaram pasmos ao verem aquela árvore iluminada a quem parecia terem dado vida. Nascia assim a árvore de Natal.
Na Roma Antiga, os Romanos penduravam máscaras de Baco em pinheiros para comemorar uma festa chamada de "Saturnália", que coincidia com o nosso Natal. As canções natalinas são símbolos do Natal e as letras retratam as tradições das comemorações, o nascimento de Jesus, a paz, a fraternidade, o amor, os valores cristãos. 
As esculturas e quadros que enfeitavam os templos para ensinar os fiéis, além das representações teatrais semilitúrgicas que aconteciam durante a Missa de Natal serviram de inspiração para que se criasse o presépio. A tradição católica diz que o presépio surgiu em 1223, quando São Francisco de Assis quis celebrar o Natal de um modo o mais realista possível e, com a permissão do Papa, montou um presépio de palha, com uma imagem do Menino Jesus, da Virgem Maria e de José, juntamente com um boi e um jumento vivos e vários outros animais. Nesse cenário, foi celebrada a Missa de Natal.
O sucesso dessa representação do Presépio foi tanta que rapidamente se estendeu por toda a Itália. Logo se introduziu nas casas nobres européias e de lá foi descendo até as classes mais pobres. Em Espanha, a tradição chegou pela mão do Rei Carlos III, que a importou de Nápoles no século XVIII, a França só chegou no início do século XX. Em todas as religiões cristãs, é consensual que o Presépio é o único símbolo do Natal de Jesus verdadeiramente inspirado nos Evangelhos.
Uma outra tradição do Natal é a decoração de casas, edifícios, pontes e árvores, estabelecimentos comerciais, prédios públicos e cidades com elementos que representam o Natal, principalmente as luzes. 
PUBLICADO digitalblueradio às 16:41 | LINK DO POST
O "Natal" é comemorado a 25 de Dezembro (nos países eslavos e ortodoxos cujos calendários são baseados no calendário juliano, é comemorado a 7 de janeiro), originalmente destinado a celebrar o nascimento anual do "Deus Sol" no solstício de inverno e adaptado pela Igreja Católica passando a comemorar o nascimento de Jesus de Nazaré. 
Embora tradicionalmente o Natal seja um feriado cristão é amplamente comemorado por muitos não-cristãos, além disso o Pai Natal é uma figura mitológica popular em muitos países, a festa tornou-se um acontecimento significativo e um período chave de vendas. A palavra "Natal" deriva do latim e significa nascer. De "nātālis" evoluiram também "natale" do italiano, "noël" do francês, "nadal" do catalão e "navidad" do castelhano, já a palavra "Christmas" do inglês evoluiu de "Christes maesse" que quer dizer missa de Cristo.
De acordo com o almanaque romano, a festa já era celebrada em Roma no ano 336 d.C.. No século IV, as igrejas ocidentais passaram a adotar o dia 25 de dezembro para o Natal e o dia 6 de janeiro para Epifania (que significa "manifestação"). Nesse dia comemora-se a visita dos Magos. Segundo alguns historiadores a data de 25 de dezembro não é a data real do nascimento de Jesus. A Igreja entendeu que devia cristianizar as festividades pagãs que os vários povos celebravam por altura do solstício de Inverno e o dia 25 de dezembro foi adotado para que a data coincidisse com a festividade romana dedicada ao "nascimento do deus sol invencível", que comemorava o solstício de inverno. No mundo romano, a "Saturnália", festividade em honra ao deus Saturno, era comemorada de 17 a 22 de dezembro; era um período de alegria e troca de presentes. O dia 25 de dezembro era tido também como o do nascimento do misterioso deus persa "Mitra, o Sol da Virtude".
Há muito tempo se sabe que o Natal tem raízes pagãs. Por causa de sua origem não-bíblica. A Bíblia diz que os pastores estavam nos campos a cuidar das ovelhas na noite em que Jesus Cristo nasceu. O mês judaico de Kislev, correspondente aproximadamente à segunda metade de novembro e primeira metade de dezembro no calendário gregoriano era um mês frio e chuvoso. Sendo assim, não era um mês propício para os pastores irem para os campos. O nascimento de Jesus deu-se por volta de dois anos antes da morte do Rei Herodes, denominado "o Grande", ou seja, considerando que este morreu em 4 AEC, então Jesus só pode ter nascido em 6 AEC. Segundo a Bíblia, antes de morrer, Herodes mandou matar os meninos de Belém até aos 2 anos, de acordo com o tempo que apareceu a "estrela" aos magos. (Mateus 2:1, 16-19 - Era seu desejo livrar-se de um possível novo "rei dos judeus"). 
Ainda, segundo a Bíblia, antes do nascimento de Jesus, o imperador Octávio César Augusto decretou que todos os habitantes do Império se fossem recensear, cada um à sua cidade natal. Isso obrigou José a viajar de Nazaré (na Galileia) até Belém (na Judeia), a fim de se registar-se com Maria, sua esposa. A viagem de Nazaré a Belém distância de uns 150 km e deveria ter sido muito cansativa para Maria que estava em adiantado estado de gravidez. Enquanto estavam em Belém, Maria teve o seu filho primogénito. Envolveu-o em faixas de panos e o deitou numa manjedoura, porque não havia lugar disponível para eles nos vários locais de alojamento. Maria necessitava de um local tranquilo e isolado para o parto. Os pastores estariam nos campos com os seus rebanhos, os rebanhos saíam para os campos em Março e recolhiam nos princípios de Novembro. Não há nenhuma informação fidedigna que prove que havia animais junto do recém-nascido Jesus. 
Após o nascimento de Jesus em Belém, ainda governava a Judeia o Rei Herodes, chegaram "do Oriente a Jerusalém uns magos guiados por uma estrela" que anunciou o nascimento de Jesus e levou os "Três Reis Magos" ao local onde este se encontrava. A natureza real da "Estrela de Belém" é alvo de discussão entre os biblistas. Os "magos" que vinham do Leste de Jerusalém, não eram reis. Julga-se que terá sido Tertuliano de Cartago, que no início do 3.º Século terá escrito que os Magos do Oriente eram reis. O motivo parece advir de algumas referências do Antigo Testamento, como é o caso do Salmo 68:29: "Por amor do Teu Templo em Jerusalém, os reis te trarão presentes." Em vez disso, os "magos" eram sacerdotes astrólogos, considerados "Sábios", e por isso, conselheiros de reis. Podiam ter vindo da Babilónia, mas não podemos descartar a Pérsia (Irão). São Justino, no 2.º Século, considera que os Magos vieram da Arábia. Quantos eram e os seus nomes, não foram revelados nos Evangelhos canónicos. Os nomes de "Gaspar", "Melchior" e "Baltazar" constam dos Evangelhos Apócrifos. Deduz-se terem sido 3 magos, em vista dos 3 tipos de presentes e não existe qualquer referência em que animais os Magos vieram montados.
Existem muitas versões sobre a procedência da árvore de Natal, a maioria delas indicando a Alemanha como país de origem, uma das mais populares atribui a novidade ao padre Martinho Lutero (1483-1546), autor da Reforma Protestante do século XVI. Olhando para o céu através de uns pinheiros que cercavam a trilha, viu-o intensamente estrelado parecendo-lhe um colar de diamantes encimando a copa das árvores. Tomado pela beleza daquilo, decidiu arrancar um galho para levar para casa. Quando lá chegou, entusiasmado, colocou o pequeno pinheiro num vaso com terra, chamou a esposa e os filhos, decorou-o com pequenas velas acesas afincadas nas pontas dos ramos. Decorou-o com papéis de várias cores, afastando-se para ver melhor, ficaram pasmos ao verem aquela árvore iluminada a quem parecia terem dado vida. Nascia assim a árvore de Natal.
Na Roma Antiga, os Romanos penduravam máscaras de Baco em pinheiros para comemorar uma festa chamada de "Saturnália", que coincidia com o nosso Natal. As canções natalinas são símbolos do Natal e as letras retratam as tradições das comemorações, o nascimento de Jesus, a paz, a fraternidade, o amor, os valores cristãos. 
As esculturas e quadros que enfeitavam os templos para ensinar os fiéis, além das representações teatrais semilitúrgicas que aconteciam durante a Missa de Natal serviram de inspiração para que se criasse o presépio. A tradição católica diz que o presépio surgiu em 1223, quando São Francisco de Assis quis celebrar o Natal de um modo o mais realista possível e, com a permissão do Papa, montou um presépio de palha, com uma imagem do Menino Jesus, da Virgem Maria e de José, juntamente com um boi e um jumento vivos e vários outros animais. Nesse cenário, foi celebrada a Missa de Natal.
O sucesso dessa representação do Presépio foi tanta que rapidamente se estendeu por toda a Itália. Logo se introduziu nas casas nobres européias e de lá foi descendo até as classes mais pobres. Em Espanha, a tradição chegou pela mão do Rei Carlos III, que a importou de Nápoles no século XVIII, a França só chegou no início do século XX. Em todas as religiões cristãs, é consensual que o Presépio é o único símbolo do Natal de Jesus verdadeiramente inspirado nos Evangelhos.
Uma outra tradição do Natal é a decoração de casas, edifícios, pontes e árvores, estabelecimentos comerciais, prédios públicos e cidades com elementos que representam o Natal, principalmente as luzes. 
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O "Natal" é comemorado a 25 de Dezembro (nos países eslavos e ortodoxos cujos calendários são baseados no calendário juliano, é comemorado a 7 de janeiro), originalmente destinado a celebrar o nascimento anual do "Deus Sol" no solstício de inverno e adaptado pela Igreja Católica passando a comemorar o nascimento de Jesus de Nazaré. 
Embora tradicionalmente o Natal seja um feriado cristão é amplamente comemorado por muitos não-cristãos, além disso o Pai Natal é uma figura mitológica popular em muitos países, a festa tornou-se um acontecimento significativo e um período chave de vendas. A palavra "Natal" deriva do latim e significa nascer. De "nātālis" evoluiram também "natale" do italiano, "noël" do francês, "nadal" do catalão e "navidad" do castelhano, já a palavra "Christmas" do inglês evoluiu de "Christes maesse" que quer dizer missa de Cristo.
De acordo com o almanaque romano, a festa já era celebrada em Roma no ano 336 d.C.. No século IV, as igrejas ocidentais passaram a adotar o dia 25 de dezembro para o Natal e o dia 6 de janeiro para Epifania (que significa "manifestação"). Nesse dia comemora-se a visita dos Magos. Segundo alguns historiadores a data de 25 de dezembro não é a data real do nascimento de Jesus. A Igreja entendeu que devia cristianizar as festividades pagãs que os vários povos celebravam por altura do solstício de Inverno e o dia 25 de dezembro foi adotado para que a data coincidisse com a festividade romana dedicada ao "nascimento do deus sol invencível", que comemorava o solstício de inverno. No mundo romano, a "Saturnália", festividade em honra ao deus Saturno, era comemorada de 17 a 22 de dezembro; era um período de alegria e troca de presentes. O dia 25 de dezembro era tido também como o do nascimento do misterioso deus persa "Mitra, o Sol da Virtude".
Há muito tempo se sabe que o Natal tem raízes pagãs. Por causa de sua origem não-bíblica. A Bíblia diz que os pastores estavam nos campos a cuidar das ovelhas na noite em que Jesus Cristo nasceu. O mês judaico de Kislev, correspondente aproximadamente à segunda metade de novembro e primeira metade de dezembro no calendário gregoriano era um mês frio e chuvoso. Sendo assim, não era um mês propício para os pastores irem para os campos. O nascimento de Jesus deu-se por volta de dois anos antes da morte do Rei Herodes, denominado "o Grande", ou seja, considerando que este morreu em 4 AEC, então Jesus só pode ter nascido em 6 AEC. Segundo a Bíblia, antes de morrer, Herodes mandou matar os meninos de Belém até aos 2 anos, de acordo com o tempo que apareceu a "estrela" aos magos. (Mateus 2:1, 16-19 - Era seu desejo livrar-se de um possível novo "rei dos judeus"). 
Ainda, segundo a Bíblia, antes do nascimento de Jesus, o imperador Octávio César Augusto decretou que todos os habitantes do Império se fossem recensear, cada um à sua cidade natal. Isso obrigou José a viajar de Nazaré (na Galileia) até Belém (na Judeia), a fim de se registar-se com Maria, sua esposa. A viagem de Nazaré a Belém distância de uns 150 km e deveria ter sido muito cansativa para Maria que estava em adiantado estado de gravidez. Enquanto estavam em Belém, Maria teve o seu filho primogénito. Envolveu-o em faixas de panos e o deitou numa manjedoura, porque não havia lugar disponível para eles nos vários locais de alojamento. Maria necessitava de um local tranquilo e isolado para o parto. Os pastores estariam nos campos com os seus rebanhos, os rebanhos saíam para os campos em Março e recolhiam nos princípios de Novembro. Não há nenhuma informação fidedigna que prove que havia animais junto do recém-nascido Jesus. 
Após o nascimento de Jesus em Belém, ainda governava a Judeia o Rei Herodes, chegaram "do Oriente a Jerusalém uns magos guiados por uma estrela" que anunciou o nascimento de Jesus e levou os "Três Reis Magos" ao local onde este se encontrava. A natureza real da "Estrela de Belém" é alvo de discussão entre os biblistas. Os "magos" que vinham do Leste de Jerusalém, não eram reis. Julga-se que terá sido Tertuliano de Cartago, que no início do 3.º Século terá escrito que os Magos do Oriente eram reis. O motivo parece advir de algumas referências do Antigo Testamento, como é o caso do Salmo 68:29: "Por amor do Teu Templo em Jerusalém, os reis te trarão presentes." Em vez disso, os "magos" eram sacerdotes astrólogos, considerados "Sábios", e por isso, conselheiros de reis. Podiam ter vindo da Babilónia, mas não podemos descartar a Pérsia (Irão). São Justino, no 2.º Século, considera que os Magos vieram da Arábia. Quantos eram e os seus nomes, não foram revelados nos Evangelhos canónicos. Os nomes de "Gaspar", "Melchior" e "Baltazar" constam dos Evangelhos Apócrifos. Deduz-se terem sido 3 magos, em vista dos 3 tipos de presentes e não existe qualquer referência em que animais os Magos vieram montados.
Existem muitas versões sobre a procedência da árvore de Natal, a maioria delas indicando a Alemanha como país de origem, uma das mais populares atribui a novidade ao padre Martinho Lutero (1483-1546), autor da Reforma Protestante do século XVI. Olhando para o céu através de uns pinheiros que cercavam a trilha, viu-o intensamente estrelado parecendo-lhe um colar de diamantes encimando a copa das árvores. Tomado pela beleza daquilo, decidiu arrancar um galho para levar para casa. Quando lá chegou, entusiasmado, colocou o pequeno pinheiro num vaso com terra, chamou a esposa e os filhos, decorou-o com pequenas velas acesas afincadas nas pontas dos ramos. Decorou-o com papéis de várias cores, afastando-se para ver melhor, ficaram pasmos ao verem aquela árvore iluminada a quem parecia terem dado vida. Nascia assim a árvore de Natal.
Na Roma Antiga, os Romanos penduravam máscaras de Baco em pinheiros para comemorar uma festa chamada de "Saturnália", que coincidia com o nosso Natal. As canções natalinas são símbolos do Natal e as letras retratam as tradições das comemorações, o nascimento de Jesus, a paz, a fraternidade, o amor, os valores cristãos. 
As esculturas e quadros que enfeitavam os templos para ensinar os fiéis, além das representações teatrais semilitúrgicas que aconteciam durante a Missa de Natal serviram de inspiração para que se criasse o presépio. A tradição católica diz que o presépio surgiu em 1223, quando São Francisco de Assis quis celebrar o Natal de um modo o mais realista possível e, com a permissão do Papa, montou um presépio de palha, com uma imagem do Menino Jesus, da Virgem Maria e de José, juntamente com um boi e um jumento vivos e vários outros animais. Nesse cenário, foi celebrada a Missa de Natal.
O sucesso dessa representação do Presépio foi tanta que rapidamente se estendeu por toda a Itália. Logo se introduziu nas casas nobres européias e de lá foi descendo até as classes mais pobres. Em Espanha, a tradição chegou pela mão do Rei Carlos III, que a importou de Nápoles no século XVIII, a França só chegou no início do século XX. Em todas as religiões cristãs, é consensual que o Presépio é o único símbolo do Natal de Jesus verdadeiramente inspirado nos Evangelhos.
Uma outra tradição do Natal é a decoração de casas, edifícios, pontes e árvores, estabelecimentos comerciais, prédios públicos e cidades com elementos que representam o Natal, principalmente as luzes. 
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A 11 de Novembro todos os anos celebra-se o São Martinho.
Manda atradição que o povo coma castanha assada e prove bom vinho, vinho novo e água-pé, a fim de se comemorar a chegada do Outono. Diz a tradição que para haver São Martinho é preciso lume, castanhas e vinho, daí o costume dos magustos, fogueiras ao ar livre, onde familiares e amigos se reunem, para alegremente comemorar o dia. Este costume faz das castanhas o fruto seco mais procurado do Outono, quer sejam assadas, cozidas ou cozinhadas de variadas formas, este fruto é tipico da época.
 Para quem não conhece reza a lenda que num dia tempestuoso, ia São martinho, valoroso soldado romano montado no seu cavalo quando viu um mendigo quase nú e tremendo de frio, o homem estendeu-lhe a mão suplicante...
São Martinho não hesitou, parou o cavalo, posou a sua mão sobre a do mendigo, e com a sua espada cortou a meio a sua capa militar dando metade ao mendigo.
 Apesar de mal agasalhado e sob chuva intensa preparava-se para seguir o seu caminho, mas subitamente a tempestade desfez-se, o céu ficou limpo, e um sol de Estio inundou a terra de luz e calor. Diz-se que Deus, para que não se apagasse dos homens o acto de bondade praticado pelo santo, todos os anos, nesta época, cessa por alguns dias o frio e o céu e a terra sorriem com a benção de um sol quente e miraculoso - chama-se VERÃO DE SÃO MARTINHO.
  
PUBLICADO digitalblueradio às 21:51 | LINK DO POST
A 11 de Novembro todos os anos celebra-se o São Martinho.
Manda atradição que o povo coma castanha assada e prove bom vinho, vinho novo e água-pé, a fim de se comemorar a chegada do Outono. Diz a tradição que para haver São Martinho é preciso lume, castanhas e vinho, daí o costume dos magustos, fogueiras ao ar livre, onde familiares e amigos se reunem, para alegremente comemorar o dia. Este costume faz das castanhas o fruto seco mais procurado do Outono, quer sejam assadas, cozidas ou cozinhadas de variadas formas, este fruto é tipico da época.
 Para quem não conhece reza a lenda que num dia tempestuoso, ia São martinho, valoroso soldado romano montado no seu cavalo quando viu um mendigo quase nú e tremendo de frio, o homem estendeu-lhe a mão suplicante...
São Martinho não hesitou, parou o cavalo, posou a sua mão sobre a do mendigo, e com a sua espada cortou a meio a sua capa militar dando metade ao mendigo.
 Apesar de mal agasalhado e sob chuva intensa preparava-se para seguir o seu caminho, mas subitamente a tempestade desfez-se, o céu ficou limpo, e um sol de Estio inundou a terra de luz e calor. Diz-se que Deus, para que não se apagasse dos homens o acto de bondade praticado pelo santo, todos os anos, nesta época, cessa por alguns dias o frio e o céu e a terra sorriem com a benção de um sol quente e miraculoso - chama-se VERÃO DE SÃO MARTINHO.
  
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31994042009
Perfeito. Me sinto da mesma forma. Parece que desc...
acho que deve ser respeitada... http://www.goiasc...
vc que é de maior tem face e whatsaap vem encontra...
a discografia tem um ep com o titulo errado, onde ...
Armando Gama fomos contemporâneos no Salvador Corr...
A juventude nos leva a caminhos ruins , e procuram...
A primeira fotografia é da Praça Marquês de Pombal...
Eu gosto de ti Beto adorei cd foi muito bom ele é ...
GANHA MENSALMENTE COMO PRESIDENTE DA COMISSÃO EURO...
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