O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
Quando olhei, já as chamas iam altas, num braseiro gigantesco.
Tudo em redor respirava a quente, a calor!
Fiquei petrificado, sem querer acreditar no que ali via, mas num frémito de horror vi que era verdade: Tudo ardia!
Incapaz de me mover, e sem poder fazer nada pra o evitar, assisti, impotente, áquela selva ardente a queimar...
De braços ainda erguidos para o céu como a pedir clemência,...lambidas pelas chamas traiçoeiras, foram ficando negras, em carvão, as palmeiras!
E as lágrimas que da alma me saltaram pelos olhos e inundaram o meu rosto, mostraram bem, se elas viram, o meu grande e profundo desgosto.
Mas elas viram, sim! Eram as minhas confidentes, ali perto delas me sentava, escrevia e desabafava.
Eram adultas já quando eu nasci, sempre as tive como companheiras...nas minhas brincadeiras...
Foi sempre ao lado delas que cresci.
E quando já homem, tive o primeiro desgosto de amor, foi á sua sombra que me acolheu, para eu poder chorar a minha dor.
Depois mais tarde, quando a vida outro amor me deu, foi ali junto delas que me confessei.
E nas horas em que o sonho tomava conta de mim, em que olhava o horizonte e o ultrapassava, era por elas que os meu olhos passavam, fixando as suas palmas que ondulavam ao sabor da brisa de verão ou se torciam nas ventanias do inverno!
E ainda agora que o Outono já se aproxima da minha vida, quando dentro de mim ainda é verão, era á sua sombra que eu falava dos meus sonhos e de tempos passados.
Sabiam tudo de mim as palmeiras!
Nelas moravam os pardais e os melros tinham lá os seus ninhos, não os vi mais!
E os que não puderam fugir daquele braseiro infernal, é mais que natural, morreram lá.
E da parte de trás a bongavilia que trepava até ao topo cobrido-as com manto lilás, morreu com elas naquele inferno imenso.
Agora não as tenho mais, não há casa para os pardais, nem para os melros e acabou a serenata ao amanhecer.
E se por acaso, alguma seiva lhes ficou, que as traga á vida, será tarde demais, já cá não estou para as voltar a ver, mas uma coisa elas ficaram a saber: que ao menos eu, chorei por elas.
PUBLICADO digitalblueradio às 13:12 | LINK DO POST
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Quando olhei, já as chamas iam altas, num braseiro gigantesco.
Tudo em redor respirava a quente, a calor!
Fiquei petrificado, sem querer acreditar no que ali via, mas num frémito de horror vi que era verdade: Tudo ardia!
Incapaz de me mover, e sem poder fazer nada pra o evitar, assisti, impotente, áquela selva ardente a queimar...
De braços ainda erguidos para o céu como a pedir clemência,...lambidas pelas chamas traiçoeiras, foram ficando negras, em carvão, as palmeiras!
E as lágrimas que da alma me saltaram pelos olhos e inundaram o meu rosto, mostraram bem, se elas viram, o meu grande e profundo desgosto.
Mas elas viram, sim! Eram as minhas confidentes, ali perto delas me sentava, escrevia e desabafava.
Eram adultas já quando eu nasci, sempre as tive como companheiras...nas minhas brincadeiras...
Foi sempre ao lado delas que cresci.
E quando já homem, tive o primeiro desgosto de amor, foi á sua sombra que me acolheu, para eu poder chorar a minha dor.
Depois mais tarde, quando a vida outro amor me deu, foi ali junto delas que me confessei.
E nas horas em que o sonho tomava conta de mim, em que olhava o horizonte e o ultrapassava, era por elas que os meu olhos passavam, fixando as suas palmas que ondulavam ao sabor da brisa de verão ou se torciam nas ventanias do inverno!
E ainda agora que o Outono já se aproxima da minha vida, quando dentro de mim ainda é verão, era á sua sombra que eu falava dos meus sonhos e de tempos passados.
Sabiam tudo de mim as palmeiras!
Nelas moravam os pardais e os melros tinham lá os seus ninhos, não os vi mais!
E os que não puderam fugir daquele braseiro infernal, é mais que natural, morreram lá.
E da parte de trás a bongavilia que trepava até ao topo cobrido-as com manto lilás, morreu com elas naquele inferno imenso.
Agora não as tenho mais, não há casa para os pardais, nem para os melros e acabou a serenata ao amanhecer.
E se por acaso, alguma seiva lhes ficou, que as traga á vida, será tarde demais, já cá não estou para as voltar a ver, mas uma coisa elas ficaram a saber: que ao menos eu, chorei por elas.
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Saí de casa, caminhei sem destino
Mãos nos bolsos vazios...o vento tocava o meu rosto!
Na alma, nada!
Nem sequer um desejo, nem sequer um lamento!
Ausente de mim mesmo, vazio de emoção...
Segui meus passos perdidos sem direcção!
Quanto tempo levei no meu deambular?
Que caminhos trilhei no meu andar?
Tudo ignoro!
Só sei que quando me encontrei...estava junto ao mar!
Saudei-o tristemente, há quanto tempo não o via!
Ele ficou ali a fazer-me companhia, as ondas beijavam a areia.
E veio a saudade,...chorei, sem derramar uma lágrima, e o mar
deixou-me chorar e recolheu o meu pranto.
Depois conversámos, falei-lhe de ti, da tua partida...contei-lhe a verdade...
como te perdi, e morri de saudade!
Todos os queixumes ele escutou, e para me consolar cantou!
Cantou,...numa voz molhada, cantou baixinho,...
Ali fiquei do tempo esquecido, olhar distante fitando o nada.
O sol, baixou no horizonte p´ra morrer, o crepusculo veio sereno...
Saí então dali,...parti....lembrando-me de ti!!!
PUBLICADO digitalblueradio às 12:24 | LINK DO POST
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Saí de casa, caminhei sem destino
Mãos nos bolsos vazios...o vento tocava o meu rosto!
Na alma, nada!
Nem sequer um desejo, nem sequer um lamento!
Ausente de mim mesmo, vazio de emoção...
Segui meus passos perdidos sem direcção!
Quanto tempo levei no meu deambular?
Que caminhos trilhei no meu andar?
Tudo ignoro!
Só sei que quando me encontrei...estava junto ao mar!
Saudei-o tristemente, há quanto tempo não o via!
Ele ficou ali a fazer-me companhia, as ondas beijavam a areia.
E veio a saudade,...chorei, sem derramar uma lágrima, e o mar
deixou-me chorar e recolheu o meu pranto.
Depois conversámos, falei-lhe de ti, da tua partida...contei-lhe a verdade...
como te perdi, e morri de saudade!
Todos os queixumes ele escutou, e para me consolar cantou!
Cantou,...numa voz molhada, cantou baixinho,...
Ali fiquei do tempo esquecido, olhar distante fitando o nada.
O sol, baixou no horizonte p´ra morrer, o crepusculo veio sereno...
Saí então dali,...parti....lembrando-me de ti!!!
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Saí de casa, caminhei sem destino
Mãos nos bolsos vazios...o vento tocava o meu rosto!
Na alma, nada!
Nem sequer um desejo, nem sequer um lamento!
Ausente de mim mesmo, vazio de emoção...
Segui meus passos perdidos sem direcção!
Quanto tempo levei no meu deambular?
Que caminhos trilhei no meu andar?
Tudo ignoro!
Só sei que quando me encontrei...estava junto ao mar!
Saudei-o tristemente, há quanto tempo não o via!
Ele ficou ali a fazer-me companhia, as ondas beijavam a areia.
E veio a saudade,...chorei, sem derramar uma lágrima, e o mar
deixou-me chorar e recolheu o meu pranto.
Depois conversámos, falei-lhe de ti, da tua partida...contei-lhe a verdade...
como te perdi, e morri de saudade!
Todos os queixumes ele escutou, e para me consolar cantou!
Cantou,...numa voz molhada, cantou baixinho,...
Ali fiquei do tempo esquecido, olhar distante fitando o nada.
O sol, baixou no horizonte p´ra morrer, o crepusculo veio sereno...
Saí então dali,...parti....lembrando-me de ti!!!
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Desejo-te, e nem percebes o que sinto
se disser que me és indiferente,...minto.
Sigo o caminho das tuas pegadas, 
caminhando por terras do nada,
perseguindo o perfume do teu corpo. 
Encontro-te só, no meio da Noite, perdida, 
e desejo-te na minha cama despida, 
tal qual anjo adormecido.
Desejo navegar nas ondas do teu corpo,
naufragar nos teus sentidos. 
Sussurro-te ao ouvido palavras de amor, 
acendo no teu desejo a paixão,
e mergulho no prazer dos teus abraços.

Toco, singelamente a pele do teu ombro,
e desperto o prazer adormecido em ti
aperto o teu corpo contra o meu
faço amor contigo á luz da escuridão.

Penduro em teu dorso as asas que havias esquecido 
junto de mim, na loucura do desejo contido em ti
E naquele momento de amor
que ambos fizemos, sem medo ou arrependimento
sonho e desejo de novo esse momento.
A Noite polvilha-se de estrelas 
que comemoram o regresso de algo que nunca esteve ausente,... 


É já madrugada quando, depois do amor, 
te deixas ficar agarrada a mim, 
adormecendo para um novo sonho.
Regressei, sem nunca haver partido, 
vieste, sem nunca teres ido embora.
Espero um sinal do teu corpo
um desejo dos teus lábios
uma palavra da tua boca
uma frase numa qualquer folha escrita.
Prometendo um momento, um beijo, um abraço.
PUBLICADO digitalblueradio às 13:36 | LINK DO POST
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Desejo-te, e nem percebes o que sinto
se disser que me és indiferente,...minto.
Sigo o caminho das tuas pegadas, 
caminhando por terras do nada,
perseguindo o perfume do teu corpo. 
Encontro-te só, no meio da Noite, perdida, 
e desejo-te na minha cama despida, 
tal qual anjo adormecido.
Desejo navegar nas ondas do teu corpo,
naufragar nos teus sentidos. 
Sussurro-te ao ouvido palavras de amor, 
acendo no teu desejo a paixão,
e mergulho no prazer dos teus abraços.

Toco, singelamente a pele do teu ombro,
e desperto o prazer adormecido em ti
aperto o teu corpo contra o meu
faço amor contigo á luz da escuridão.

Penduro em teu dorso as asas que havias esquecido 
junto de mim, na loucura do desejo contido em ti
E naquele momento de amor
que ambos fizemos, sem medo ou arrependimento
sonho e desejo de novo esse momento.
A Noite polvilha-se de estrelas 
que comemoram o regresso de algo que nunca esteve ausente,... 


É já madrugada quando, depois do amor, 
te deixas ficar agarrada a mim, 
adormecendo para um novo sonho.
Regressei, sem nunca haver partido, 
vieste, sem nunca teres ido embora.
Espero um sinal do teu corpo
um desejo dos teus lábios
uma palavra da tua boca
uma frase numa qualquer folha escrita.
Prometendo um momento, um beijo, um abraço.
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se disser que me és indiferente,...minto.
Sigo o caminho das tuas pegadas, 
caminhando por terras do nada,
perseguindo o perfume do teu corpo. 
Encontro-te só, no meio da Noite, perdida, 
e desejo-te na minha cama despida, 
tal qual anjo adormecido.
Desejo navegar nas ondas do teu corpo,
naufragar nos teus sentidos. 
Sussurro-te ao ouvido palavras de amor, 
acendo no teu desejo a paixão,
e mergulho no prazer dos teus abraços.

Toco, singelamente a pele do teu ombro,
e desperto o prazer adormecido em ti
aperto o teu corpo contra o meu
faço amor contigo á luz da escuridão.

Penduro em teu dorso as asas que havias esquecido 
junto de mim, na loucura do desejo contido em ti
E naquele momento de amor
que ambos fizemos, sem medo ou arrependimento
sonho e desejo de novo esse momento.
A Noite polvilha-se de estrelas 
que comemoram o regresso de algo que nunca esteve ausente,... 


É já madrugada quando, depois do amor, 
te deixas ficar agarrada a mim, 
adormecendo para um novo sonho.
Regressei, sem nunca haver partido, 
vieste, sem nunca teres ido embora.
Espero um sinal do teu corpo
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uma frase numa qualquer folha escrita.
Prometendo um momento, um beijo, um abraço.
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Não deixes que a tristeza do passado e o medo do futuro te estrague a alegria do presente. Vive um dia de cada vez.
 Apaga com um sorriso, toda a tristeza que te invade.
 Assim não darás aos que te odeiam a alegria de te ver chorar
mas darás aos que te amam a alegria de te ver feliz.
                                           ESQUECE-ME SE PUDERES
Vai, abandona o meu coração, deixa que o tempo esqueça os nossos momentos. 
Esconde-te longe de mim, num lugar distante onde ninguém se lembre de procurar por ti. Deixa para trás os sentimentos, as palavras mais ausentes, ou o carinho que preferiste calar devagarinho.

 Vai, sai de uma vez da minha vida, leva contigo os pensamentos sobre o amor perfeito e o amor consumado, leva as cartas de amor que te escrevi, os poemas que li só pra ti, as musicas que não chegam para contar a nossa história.
Onde estiveres procura a solidão dos dias sem mim, a minha voz dentro de ti, os beijos que não amanhecem no teu rosto, os abraços fora do meu corpo, procura os meus dedos entrelaçados no teu cabelo, ou os sonhos que sonhámos juntos, as fotografias de nós dois já sem cor ou passado.

 Risca da memória todas as recordações, apaga todos os pensamentos, apaga de vez todos os momentos, dorme no cansaço das horas perdidas,...
Vai mas leva contigo um mapa para  compreenderes o labirinto de nós dois, um dicionário para as sentenças que desconheceste, uma bússola para que não te percas sempre que penses em regressar e um relógio para não te esqueceres do valor que o tempo tem. 


PUBLICADO digitalblueradio às 14:25 | LINK DO POST
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Não deixes que a tristeza do passado e o medo do futuro te estrague a alegria do presente. Vive um dia de cada vez.
 Apaga com um sorriso, toda a tristeza que te invade.
 Assim não darás aos que te odeiam a alegria de te ver chorar
mas darás aos que te amam a alegria de te ver feliz.
                                           ESQUECE-ME SE PUDERES
Vai, abandona o meu coração, deixa que o tempo esqueça os nossos momentos. 
Esconde-te longe de mim, num lugar distante onde ninguém se lembre de procurar por ti. Deixa para trás os sentimentos, as palavras mais ausentes, ou o carinho que preferiste calar devagarinho.

 Vai, sai de uma vez da minha vida, leva contigo os pensamentos sobre o amor perfeito e o amor consumado, leva as cartas de amor que te escrevi, os poemas que li só pra ti, as musicas que não chegam para contar a nossa história.
Onde estiveres procura a solidão dos dias sem mim, a minha voz dentro de ti, os beijos que não amanhecem no teu rosto, os abraços fora do meu corpo, procura os meus dedos entrelaçados no teu cabelo, ou os sonhos que sonhámos juntos, as fotografias de nós dois já sem cor ou passado.

 Risca da memória todas as recordações, apaga todos os pensamentos, apaga de vez todos os momentos, dorme no cansaço das horas perdidas,...
Vai mas leva contigo um mapa para  compreenderes o labirinto de nós dois, um dicionário para as sentenças que desconheceste, uma bússola para que não te percas sempre que penses em regressar e um relógio para não te esqueceres do valor que o tempo tem. 


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COMENTÁRIOS
31994042009
Perfeito. Me sinto da mesma forma. Parece que desc...
acho que deve ser respeitada... http://www.goiasc...
vc que é de maior tem face e whatsaap vem encontra...
a discografia tem um ep com o titulo errado, onde ...
Armando Gama fomos contemporâneos no Salvador Corr...
A juventude nos leva a caminhos ruins , e procuram...
A primeira fotografia é da Praça Marquês de Pombal...
Eu gosto de ti Beto adorei cd foi muito bom ele é ...
GANHA MENSALMENTE COMO PRESIDENTE DA COMISSÃO EURO...
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