O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
 Ana Bola nasceu em Lisboa a 2 de Junho de 1952, actriz.
Frequentou o Liceu Francês "Charles Lepierre" e terminou o curso de Secretariado do Instituto Superior de Línguas e Administração, em Lisboa. Fazia teatro amador quando conheceu o actor Henrique Viana, que a levou a estrear-se no Teatro Adóque, com a comédia 1926 Noves Fora Nada (1976).
Popularizada pela televisão, onde se iniciou com participações nos programas "O Fungagá da Bicharada" (1976) e "O Passeio dos Alegres" (1981), assinou sitcoms como "A Mulher do Sr. Ministro" (1994), acabando por iniciar com Herman José uma longa colaboração, a partir de 1987, data de "Humor de Perdição"
e "Casino Royal". Além disso integrou o conjunto "Os Amigos", ao lado de Paulo de Carvalho, Luisa Basto, Fernando Tordo, Eduardo Silva e Fernando Piçarra, que vence o Festival RTP da Canção de 1977. 
Em 1981 fez parte do côro da canção de Carlos Paião, "Play-back" (juntamente com Peter Petersen), vencedora do Festival RTP da Canção desse ano, que representaria Portugal no Festival Eurovisão da Canção 1981, realizado na Irlanda.
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Glória de Matos nasceu em Lisboa a 30 de Maio de 1936, actriz. 

Iniciou a sua carreira em 1954.Foi uma das fundadoras da "Casa da Comédia". Integrada no Grupo Fernando Pessoa fez uma digressão ao Brasil, em 1962, para no ano seguinte, se fixar no Reino Unido. Em 1966 colabora com Raúl Solnado e em 1968 ingressa na Companhia Portuguesa de Comediantes, em 1969 está na companhia do Teatro Nacional D. Maria II. 
No cinema colabora com o realizador Manoel de Oliveira, tendo participado em "Benilde ou a Virgem Mãe" (1974), "Francisca" (1980), "Canibais" (1987), "Vale Abraão" (1993), "O Quinto Império - ontem como hoje" (2004), "Espelho Mágico" (2005) e "Singularidades de uma rapariga loira" (2009).
Professora da Escola de Teatro do Conservatório Nacional, de 1971 a 1975, e, da sua sucessora, a Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa, entre 1980 e 1999, foi ainda conselheira de programação por três anos, e orientadora do Centro de Formação da RTP, por doze anos. Na Universidade Aberta regeu a disciplina de Expressão Oral no Curso de Mestrado em Comunicação Educacional e Multimédia, de 1991 a 1995. Foi ainda assessora da Secretaria de Estado da Cultura, de 1990 a 1992, membro da Alta Autoridade para a Comunicação Social, 1991 a 1994, assessora do Instituto de Artes Cénicas, entre 1994 e 1998.

Em 2005 integrou o elenco da peça de Paula Vogel encenada por Fernanda Lapa, "A Mais Velha Profissão", no Teatro Nacional D. Maria II. Recebeu a Medalha de Mérito Cultural do Ministério da Cultura, em 2006.
 Glória de Matos fala de teatro e representação
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Filipe La Féria nasceu em Vila Nova de São Bento a 17 de Maio de 1945. Proveniente de uma família de agricultores, mudou-se de Serpa para Lisboa, onde estudou na Escola de Teatro do Conservatório Nacional. Em 1963 estreava-se como actor, na Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro, sedeada no Teatro Nacional D. Maria II e dirigida por Amélia Rey Colaço. Seguiu-se a participação em peças do Teatro Estúdio de Lisboa, do Teatro Experimental de Cascais, da Casa da Comédia e do Teatro da Cornucópia. Foi assistente de encenação de Victor Garcia, em As Criadas de Jean Genet, no Teatro Experimental de Cascais. Graças a uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian, fixou-se em Londres, onde obteve um diploma em Encenação. 
Durante dezasseis anos foi director da Casa da Comédia, onde dirigiu, entre outros, os espectáculos "Faz tudo, faz tudo, faz tudo!", "A paixão segundo Pier Paolo Pasolini", "A marquesa de Sade", "Eva Péron", "Savanah bay", "A bela portuguesa", "Electra ou a queda das máscaras", entre outras. Entre os autores que adaptou contam-se Marguerite Yourcenar, Marguerite Duras, Yukio Mishima, Agustina Bessa-Luís e Mário Cláudio. 
Em 1990 escreve e encena "What happened to Madalena Iglésias" e "Passa por Mim no Rossio", no Teatro Nacional D. Maria II. Seguiu-se a encenação de "As Fúrias", de Agustina Bessa-Luís, também no D. Maria II. Para a televisão produziu e dirigiu "Grande Noite", "Cabaret", "Saudades do Futuro" e "Comédias de Ouro ". Como empresário, reconstruiu o Teatro Politeama onde estreou, "Maldita cocaína", "Jasmim ou o sonho do cinema", "De Afonso Henriques a Mário Soares", "Godspell", "Maria Callas" e "Rosa Tatuada". Em 2000 escreveu e encenou o músical "Amália", que esteve durante seis anos em cena. 
 Em 2001 seguiu-se "A Casa do Lago", de Ernest Thompson, "My Fair Lady", a partir da obra de Bernard Shaw. Depois de "A Rainha do Ferro Velho", de Garson Kanin, em 2004 apresentou em 2006 "A Canção de Lisboa", adaptado do filme de Cotinelli Telmo e "O Principezinho", em 2007 apresenta "Música no Coração"
 Estreou, também, "Jesus Cristo Superstar" 
 
Mas vamos lá dar uma "vista de olhos" ás suas obras
Maldita Cocaína no Teatro Politeama
De Afonso Henriques a Mário Soares

Amália, no Teatro Politeama

Godspell

"Maria Callas", "Pierrot e Arlequim" e "Rosa Tatuada"

 
Em 2000 mais duas produções, "Casa da Saudade", série da RTP e "A Casa do Lago", de Ernest Thompson 
com Eunice Muñoz e Ruy de Carvalho 

"A Minha Tia e Eu" em 2002 e
um ano depois La Féria apresenta, "My Fair Lady" (Minha Linda Senhora), adaptado de Bernard Shaw 

"A Rainha do Ferro Velho", de Garçon Kanin estreia em 2004
Em 2005 o publico português assistiu a três peças "A Menina do Mar", de Sophia de Mello Breyner, "Alice no País das Maravilhas", de Lewis Carroll e "A Canção de Lisboa", baseado no filme de Cotinelli Telmo, já em 2007 estreiam mais três novas produções "O Principezinho" a partir de Saint-Exupéry, "Música no Coração" e "Jesus Cristo Superstar", em 2008 La Féria surge com "West Side Story".

Ainda no mesmo ano, 2008 estreia "A Estrela" e
"Um Violino no Telhado"

"Piaf",
"A Gaiola das Loucas" e "O Feiticeiro de Oz", estreiam em 2009

"A flor do cacto" subiu ao palco em 2011 no Teatro Politeama.

Ficamos á espera de mais musicais á sua maneira.
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Manuel Alegre de Melo Duarte nasceu em Águeda a 12 de Maio de 1936, é filho de Francisco José de Faria e Melo Ferreira Duarte e de Maria Manuela Alegre de Melo Duarte.
 A sua família tem referências na política e no desporto. Do lado do paterno; o seu trisavô foi fundador dos caminhos de ferro no Barreiro e primeiro visconde dessa localidade, esteve nas revoltas contra D. Miguel I, tendo sido decapitado;  o bisavô foi o  de Faria e Melo, 1º barão de Cadoro, foi administrador do Concelho de Aveiro;  o avô Mário Ferreira Duarte deu o seu nome ao antigo Estádio de Futebol de Aveiro;  o seu pai jogou na Académica e foi campeão de atletismo ( o próprio Manuel Alegre sagrou-se campeão nacional de natação e foi atleta internacional da Associação Académica de Coimbra nessa modalidade). A sua infância e juventude encontram-se retratadas no romance "Alma" (1995).
Do lado materno; o avô pertenceu à Carbonária e foi deputado à Assembleia Constituinte em 1911, foi governador civil de Santarém.
À excepção dos primeiros estudos, feitos em Águeda, Manuel Alegre frequentou diversos estabelecimentos de ensino: fez o primeiro ano do liceu no Passos Manuel, em Lisboa, no segundo foi aluno interno no Colégio Almeida Garrett, no Cartaxo, também esteve no Colégio Castilho, em São João da Madeira, e depois foi para o Porto, concluindo os estudos secundários no Liceu Central Alexandre Herculano. Aí fundou, com José Augusto Seabra, o jornal Prelúdio.
Em 1956 entra na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Pouco depois inicia o seu percurso político, nos grupos de oposição de estudantes ao Salazarismo. Torna-se militante do Partido Comunista Português em 1957, que viria a abandonar em 1968 e apoia a candidatura de Humberto Delgado à Presidência da República, em 1958. Em 1960 publica poemas nas revistas "Briosa" (que dirigiu), "Vértice" e "Via Latina". 

Em 1961 é chamado a cumprir serviço militar e assenta praça na Escola Prática de Infantaria, em Mafra, de onde sai, pouco depois, para a Ilha de São Miguel. Em 1962 é mobilizado para Angola, onde é preso pela PIDE e condenado a seis meses de reclusão na Fortaleza de S. Paulo, em Luanda, acusado de tentativa de revolta militar contra à Guerra do Ultramar. Regressa a Portugal em 1964. A ameaça de nova detenção e de julgamento pelo Tribunal Militar, por suspeita de traição, leva-o a passar à clandestinidade e a partir para o exílio. 
Chega a Paris em 1964 e daí parte para Argel, onde é locutor da emissora de rádio "A Voz da Liberdade". Entretanto os seus dois primeiros livros, "Praça da Canção" (1965) e "O Canto e as Armas" (1967), são apreendidos pela censura, mas cópias manuscritas ou dactilografadas circulam de mão em mão, clandestinamente. Poemas seus são cantados, entre outros, por Amália Rodrigues, Zeca Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Manuel Freire e Luis Cília. Em 1968 entra em ruptura com o Partido Comunista Português. Regressa a Portugal em 1974. Entra nos quadros da Radiodifusão Portuguesa, ainda em 1974 adere ao Partido Socialista e estreia-se como deputado na Assembleia Constituinte, em 1975. É deputado à Assembleia da República a partir de 1976, integrando também o I Governo Constitucional (de Mário Soares), primeiro como Secretário de Estado da Comunicação Social, depois como Secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro para os Assuntos Políticos. Em 2004 foi candidato a secretário-geral do PS, perdendo para José Sócrates. Em 2006 foi candidato independente às eleições presidenciais. 
Funda o Movimento de Intervenção e Cidadania. Em 2009 cessa o seu último mandato como deputado à Assembleia da República, após trinta e quatro anos no Parlamento. Em 2010 anuncia a sua candidatura às eleições presidenciais de 2011.
Obra literária
Entre os seus inúmeros poemas musicados contam-se "Trova do vento que passa", cantada por Adriano Correia de Oliveira.
Amália Rodrigues, entre muitos outros.
 

Poesia
1965 "Praça da Canção" 1967 "O Canto e as Armas"
1971"Um Barco para Ítaca"1976"Coisa Amar (Coisas do Mar)"
1979 "Nova do Achamento" 1981 "Atlântico" 1983"Babilónia"
1984 "Chegar Aqui", "Aicha Conticha" 
1991 "A Rosa e o Compasso"
1992 "Com que Pena – Vinte Poemas para Camões"
1993 "Sonetos do Obscuro Quê" 1995 "Coimbra Nunca Vista"
1996 "As Naus de Verde Pinho","Alentejo e Ninguém"
1997 "Che" 1998 "Pico", "Senhora das Tempestades"
2001 "Livro do Português Errante" 
2008 "Nambuangongo, Meu Amor", "Sete Partidas"

Ficção
1989 "Jornada de África", "O Homem do País Azul"
1995 "Alma" 1998 "A Terceira Rosa"
1999 "Uma Carga de Cavalaria" 2002 "Cão Como Nós"
2003 "Rafael"
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Sebastião José de Carvalho e Melo, primeiro Conde de Oeiras e Marquês de Pombal, nasceu em Lisboa a 13 de Maio de 1699 e morreu em Pombal a 8 de Maio de 1782. Foi secretário de Estado do Reino durante o reinado de D. José I (1750-1777), sendo considerado, ainda hoje, uma das figuras mais controversas e carismáticas da História Portuguesa.
O Marquês de Pombal era ministro do reino de Portugal. Foi um dos principais responsáveis pela expulsão dos Jesuítas de Portugal e das suas colónias. A sua administração ficou marcada por duas contrariedades célebres: o primeiro foi o Terramoto de Lisboa de 1755, um desafio que lhe conferiu o papel histórico de renovador arquitectónico da cidade. Pouco depois, o Processo dos Távoras, uma intriga com consequências dramáticas. Após a sua morte, na noite de 11 de Maio de 1782, o seu cadáver foi conduzido num coche puxado por três parelhas para a igreja do convento de Santo António da vila de Pombal. Contava o Marquês 82 anos, quando os seus restos mortais ali foram depositados. Com o advento das invasões francesas a sua sepultura foi profanada, e em 1856 o Marechal Saldanha, seu neto por via materna, transladou para Lisboa os restos mortais, que foram depositados na ermida das Mercês, onde o Marquês de Pombal fora baptizado. Em 1923, passaram definitivamente os restos mortais para a igreja da Memória (Lisboa).
O Marquês de Pombal era filho de Manuel de Carvalho e Ataíde, fidalgo da província, com propriedade na região de Leiria e da sua mulher, Teresa Luísa de Mendonça e Melo, esta descendente de fidalgos estabelecidos no Brasil. Na sua juventude estudou Direito, na Universidade de Coimbra, e serviu no exército. Quando se mudou para a capital, Lisboa, Sebastião de Melo era um homem turbulento. A sua primeira mulher foi Teresa de Mendonça e Almada, dez anos mais velha , dama aristocrata, viuva, sobrinha do conde de Arcos. 

Durante a sua carreira no estrangeiro e já viúvo, encontrou a mulher que lhe viria a dar cinco filhos, uma grande senhora austríaca, a condessa de Daun, Eleanore Ernestina. Em 1738, Sebastião de Melo foi nomeado para o seu primeiro cargo público, como embaixador em Londres. Em 1745 foi transferido para Viena, Áustria. O rei D. João V, pouco satisfeito com as prestações de Sebastião de Melo, fê-lo regressar a Portugal em 1749. O rei morreu no ano seguinte e, de acordo com uma recomendação da rainha-mãe, o novo rei D. José I nomeou Sebastião como ministro dos Negócios Estrangeiros. Em 1755, Sebastião de Melo já era primeiro-ministro do reino. Governou com mão de ferro, impondo a lei a todas as classes, desde os mais pobres até à alta nobreza. A região demarcada para a produção do vinho do Porto, a primeira região a assegurar a qualidade dos seus vinhos, data da sua governação. O Marquês de Pombal foi a figura-chave do governo português entre 1750 e 1777. Uma notável realização de Pombal foi a fundação, em 1774, da Vila Real de Santo António, próxima à foz do rio Guadiana, no sul de Portugal. Aboliu também a escravatura nas Índias portuguesas, reorganizou o exército e a marinha, reestruturou a Universidade de Coimbra, mas uma das mais importantes reformas foi nos campos da economia e finanças, com a criação de companhias e associações corporativas que regulavam a actividade comercial, assim como a reforma do sistema fiscal. 
O desastre abateu-se sobre Portugal na manhã do dia 1 de Novembro (dia de Todos os Santos) de 1755. Nesta data, Lisboa foi abalada por um violento tremor de terra, a cidade foi devastada pelo tremor de terra, pelo maremoto (um tsunami) e ainda pelos incêndios que se seguíram. Sebastião de Melo sobreviveu por sorte, mas não se impressionou. Imediatamente tratou da reconstrução da cidade, de acordo com a famosa frase: "E agora? Enterram-se os mortos e cuidam-se os vivos". Apesar da calamidade, Lisboa não foi afectada por epidemias e menos de um ano depois já se encontrava parcialmente reconstruída. A baixa da cidade foi redesenhada por um grupo de arquitectos, com a orientação expressa de resistir a terramotos. Os edifícios e praças da Baixa Pombalina de Lisboa ainda prevalecem, sendo uma das atracções turísticas de Lisboa. 
Na sequência do terramoto, ficou só mais dois anos como Secretario de Estado do Reino. Dom José I deu ao seu primeiro-ministro poderes acrescidos, tornando Sebastião de Melo numa espécie de ditador. À medida que o seu poder cresceu, os seus inimigos aumentaram e as disputas com a alta nobreza tornaram-se frequentes. Em 1758 D. José I é ferido numa tentativa de regicídio. A família Távora e o Duque de Aveiro foram implicados no atentado e executados após um rápido julgamento. Sebastião de Melo não mostrou misericórdia, tendo perseguido cada um dos envolvidos. Com este golpe final, o poder da nobreza foi decisivamente contrariado, marcando uma vitória sobre os inimigos do rei. Pela sua acção rápida, D. José I atribuiu ao seu leal ministro o título de Conde de Oeiras em 1759. Um ano depois da tentativa de regicídio a D. José, expulsou os jesuítas da metrópole e das colónias, confiscando os  seus bens. 
Adquiriu o título de Marquês de Pombal em 1770, morreu pacificamente na sua propriedade a 15 de Maio de 1782. Os seus últimos dias de vida foram vividos em Pombal e na Quinta da Gramela, propriedade que herdara do seu tio. Foi homenageado com uma estátua inaugurada por Oliveira Salazar, em 1934, numa das mais importantes praças de Lisboa, que tem o seu nome. Marquês de Pombal é também o nome de uma estação de metropolitano em Lisboa.

No âmbito da sua política foi fundada a Companhia do Comércio da Ásia Portuguesa, a Companhia para a Agricultura das Vinhas do Alto Douro, à qual o ministro concedeu isenção de impostos no comércio e nas exportações, estabelecendo assim a primeira região demarcada de produção vinícola no mundo, colocando-se os célebres marcos pombalinos nas delimitações da região. Surge também a Companhia Geral das Reais Pescarias do Reino do Algarve, destinada a controlar a pesca no sul de Portugal, fundou também o Banco Real.
A censura esteve em grande destaque durante a governação de Pombal na destruição e proibição de livros de autores, como Diderot, Rousseau, Voltaire, La Fontaine, que eram tidos como; "corruptores da Religião e da Moral" e de conteúdo "ofensivo da paz e sossego público".
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António Manuel de Oliveira Guterres nasceu em Santos-o-Velho, em Lisboa a 30 de Abril de 1949.
Ainda jovem demonstrou deter as capacidades de dedicação ao estudo, que lhe valeram um Prémio Nacional dos Liceus, em 1965. Frequentou o Liceu Camões e o Instituto Superior Técnico, tendo-se licenciado em Engenharia Electrotécnica. Durante a universidade, não se envolveu na oposição estudantil ao regime de Salazar, mas dedicou-se à acção social promovida pela Juventude Universitária Católica. Em 1971 iniciou uma efémera carreira académica, como assistente do IST, regendo a disciplina de Teoria de Sistemas e Sinais de Telecomunicações. Envolve-se nas discussões religiosas e sociais do Grupo da Luz, conhece o padre Vítor Melícias, que celebrará o seu casamento com Luísa Melo, em 1972.

Em 1973 adere ao Partido Socialista. Estreia-se como deputado à Assembleia da República em 1976. No PS Guterres enfrenta alguma oposição interna, muito devido ao facto de ser membro da Opus Dei. Eleito secretário-geral em 1992, vence as eleições legislativas de 1995 e de 1999, chefiando os XIII e XIV Governos Constitucionais. Exercia o cargo de primeiro-ministro quando se demitiu, após as eleições autárquicas de 2001, sucedeu-lhe Ferro Rodrigues, na liderança do PS, e José Manuel Durão Barroso, no governo.

A partir de 2005 é Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados devendo exercer funções até 2015.
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Fernando Luís de Oliveira Pessa nasceu em Vera Cruz (Aveiro), a 15 de Abril de 1902 e faleceu em  Lisboa a 29 de Abril de 2002.

A mãe era natural de São Tomé. O pai era médico militar mas, devido à falta de dinheiro, pediu licença do exército e partiu para a colónia de São Tomé e Príncipe, deixando a mulher e os três filhos em Portugal. Fernando Pessa viveu em Aveiro até aos dois anos. Foi em Penela, vila do distrito de Coimbra, que o jornalista recebeu a instrução primária. Fez o exame da 4ª classe em 1911, em Coimbra, onde viveu até 1921.
Concluídos os estudos secundários, e o ingresso na carreira militar como oficial de Cavalaria. Porém, como resultado da Primeira Guerra Mundial, havia oficiais em excesso e só era admitido quem frequentasse o Colégio Militar de Lisboa.

Antes de embarcar na carreira jornalística, trabalhou numa companhia de seguros e num banco. Em 1926 foi trabalhar para outra companhia de seguros, no Brasil, de onde regressou em 1934, nessa altura candidatou-se aos quadros da recém criada Emissora Nacional, tendo ficado classificado em segundo lugar.Iniciou assim uma carreira que nunca tinha pensado seguir. Com uma semana de rádio, Pessa fez a sua primeira reportagem: a cobertura de um festival de acrobacia área na antiga Porcalhota, actual Amadora.

Após quatro anos na Emissora Nacional, foi convidado para trabalhar na BBC, em Londres. Começou por trabalhar na secção brasileira e só quando um colega português adoeceu foi chamado para ler o noticiário. Neste ambiente sofreu os bombardeamentos alemães sobre Londres, profissionalizou-se e notabilizou-se como correspondente durante a Segunda Guerra Mundial. A censura e a restrição das liberdades civis da ditadura de António de Oliveira Salazar acabaram por contribuir para o crescendo de popularidade das transmissões em português da BBC.
Conheceu a sua esposa, Simone Alice Roufier, uma brasileira de ascendência inglesa e norte-americana, em Londres. Casou-se em 1947, no novo regresso a Portugal. Já em Lisboa, a sua reentrada na rádio Emissora Nacional foi vedada por influência do regime, sendo forçado a voltar ao ramo dos seguros. Nesta época fez dobragens de filmes e documentários, nomeadamente O Último Temporal - Cheias do Tejo e Portugal já faz automóveis, do cineasta Manoel de Oliveira. 
Edifício da BBC em Londres
Rua Augusta, Lisboa. Foi nas pequenas reportagens sobre situações do quotidiano, principalmente da cidade de Lisboa, que a expressão “E esta, hein?” de Fernando Pessa se tornou popular.

Depois da notoriedade enquanto repórter de guerra na BBC, realizou a primeira emissão em directo da RTP, a 7 de Março de 1957, na Feira Popular de Lisboa. Entrou para os quadros da RTP apenas a 1 de Janeiro de 1976, já com 74 anos. A célebre expressão “E esta, hein?” marcou a sua carreira como repórter televisivo. A expressão surgiu como substituto dos palavrões que tinha vontade de dizer quando denunciava situações menos agradáveis do quotidiano do país nos seus "bilhetes postais". Neste contexto, era por vezes criticado por privilegiar nas suas sátiras os políticos cuja ideologia não partilhava.
Pelo seu trabalho como correspondente da Segunda Guerra Mundial, Fernando Pessa foi distinguido com a Ordem do Império Britânico. E, em Portugal, a 10 de Junho de 1981, o Presidente da República, Ramalho Eanes, atribui-lhe o título de Comendador.
Reformou-se em 1995, com 93 anos de idade.
Fernando Pessa faleceu a 29 de Abril de 2002, no Hospital Curry Cabral, em Lisboa, poucos dias depois de completar 100 anos. E ESTA HEIN!!!
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Bernardino Luís Machado Guimarães nasceu no Rio de Janeiro a 28 de março de 1851 e morreu em Famalicão a 28 de abril de 1944, foi o terceiro e o oitavo presidente eleito da República Portuguesa.

Estudou Filosofia e Matemática na Universidade de Coimbra. 

Foi presidente da República Portuguesa por duas vezes. Primeiro, de 6 de agosto de 1915 até 5 de dezembro de 1917, quando Sidónio Pais, à frente de uma junta militar, dissolve o Congresso e o destitui, obrigando-o a abandonar o país. Mais tarde, em 1925, volta à presidência da República para, um ano depois, voltar a ser destituído pela revolução militar de 28 de maio de 1926, que instiuirá a Ditadura Militar e abrirá caminho à instauração do Estado Novo.

Bernardino Machado era filho de António Luís Machado Guimarães, primeiro barão de Joane, e da sua segunda mulher, Praxedes de Sousa Guimarães. Recebeu no baptismo o nome próprio do avô materno, Bernardino de Sousa Guimarães, capitalista estabelecido em terras brasileiras. Passou a infância no Brasil até aos nove anos, quando a família se estabeleceu em Joane, concelho de Famalicão. Em 1866 inscreveu-se na Universidade de Coimbra, em Matemática, tendo optado depois por Filosofia. Foi um brilhante aluno, tendo-se doutorado em Coimbra, onde foi professor.

Em 1872 atingiu a maioridade e optou pela nacionalidade portuguesa. Casou no Porto em 1882 com Elisa Dantas Gonçalves Pereira, também nascida no Brasil, filha do conselheiro Miguel Dantas Gonçalves Pereira, de quem teve 18 filhos. De entre os seus descendentes, destacam-se o escritor e autarca Aquilino Ribeiro Machado, presidente da Câmara Municipal de Lisboa na década de 1980 e, o investigador, professor e médico portuense Júlio Machado Vaz.

Durante a monarquia, Bernardino Machado foi deputado pelo Partido Regenerador (1882), par do Reino (1890), e ministro das Obras Públicas, Comércio e Indústria (1893). Aderiu ao Partido Republicano em 1903. Com o advento da República foi ministro dos Negócios Estrangeiros e o primeiro embaixador de Portugal no Brasil (1913).
  
Alves dos Reis - um escândalo que abalou o regime da sua segunda presidência
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Já aqui falámos de Roberto Carlos no entanto, chegou a vez da sua história.
Roberto Carlos Braga nasceu em Cachoeiro de Itapemirim a 19 de abril de 1941, ele liderou o primeiro grande movimento de rock feito no Brasil. Além dos discos, fez sucesso na TV Record, no programa chamado Jovem Guarda (que batizou esse movimento de rock), e no cinema, "Roberto Carlos em Ritmo de Aventura", "Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-rosa" e "Roberto Carlos a 300km por Hora". 
Entre 1961 e 1998, Roberto lançou um disco inédito por ano. Na década de 60 despontou com composições próprias, geralmente feitas em parceria com Erasmo Carlos, e versões de sucessos como "Splish Splash".
 "O Calhambeque"
"Parei na contramão" e "É Proibido Fumar"
Desta altura os sucessos somam e seguem: "Não quero ver você triste"e  "Lobo Mau".
 Outros temas foram sucesso e que espalharam a sua popularidade por todo o mundo: "Parei, olhei",  "Quero que vá tudo pro inferno", "Esqueça", "É papo firme", "Eu te darei o céu", e "Namoradinha de um amigo meu".
Do seu longo reportório destaque ainda para: " Eu sou terrível", "Quando", "Só Vou Gostar de Quem Gosta de Mim", "Como é grande o meu amor por você". "Eu te amo, te amo, te amo", "As curvas da estrada de Santos", "As flores do jardim da nossa casa", "Sua estupidez". Na década de 1970, reformulou o seu repertório rock'n roll e tornou-se um cantor e compositor basicamente romântico. Os sucessos continuaram: "Detalhes", "Debaixo dos caracóis dos seus cabelos" e  "Amada Amante".
 Desta época e até hoje os sucessos acumularam, aliás ao longo da sua carreira Roberto foi o Rei: "Como vai você", "Proposta", " Os seus botões", "Amigo", "Falando sério", "Cavalgada", "Outra vez", "Força estranha", "Café da manhã", "Na paz do seu sorriso", "Amante à moda antiga", "Emoções", "Cama e mesa", "Fera ferida", "O côncavo e o convexo", "Caminhoneiro", "Verde e Amarelo",entre outras. 
Também a partir desta fase despontaram composições de cunho religioso, "Jesus Cristo", "Guerra dos Meninos", "Ele esta pra chegar", "Nossa Senhora" e "A montanha".
 Roberto Carlos é o quarto e último filho do relojoeiro Robertino Braga e da costureira Laura Moreira Braga. Aos seis anos de idade, Roberto foi atropelado por um combóio e a sua perna direita teve de ser amputada até um pouco abaixo do joelho.
O ídolo na época era Bob Nelson, um artista brasileiro que se vestia de cowboy e cantava música "country" em português.

Na segunda metade dos anos cinquenta, Roberto Carlos mudou-se para Niterói e, seguindo a tendência juvenil da época, entrou em contato com um novo ritmo musical, o Rock, passando a ouvir Elvis Presley, Bill Haley, Little Richard, Gene Vincent e Chuck Berry. Em 1957 formou o primeiro conjunto musical, The Sputniks. 
Em 1961 lançava o primeiro álbum, "Louco Por Você" e nascia a Jovem Guarda.

O cantor romântico do Brasil.

 
1978: "Café da Manhã", "Força Estranha", "Lady Laura" tema dedicado á mãe. Roberto Carlos gravou em inglês, espanhol, italiano e francês.
Em 1985 participou da Campanha para ajudar as crianças da América Latina, na canção Cantarê Cantarás ao lado de Júlio Iglesias, Glória Estefan, José Feliciano, Plácido Domingos entres outros e em 1989 lança "Amazônia". 
Em 1998, a sua esposa adoece.  
Maria Rita viria a falecer em dezembro.
Depois de um período de reclusão, Roberto Carlos retomou sua carreira, e lança "Amor Sem Limite", canção feita em homenagem a Maria Rita.
Em 2003 lança "Pra sempre", totalmente dedicado a Maria Rita, com nove canções inéditas, o disco contou com "O Cadillac" (única faixa escrita com Erasmo), "Acróstico" (cujas primeiras letras dos versos formam a frase "Maria Rita Meu Amor") e a bela "Todo Mundo Me Pergunta", além da faixa título "Pra Sempre". 
Depois de vários espectculos, mais recentemente em 2010,gravou o CD e DVD '"Emoções Sertanejas"' ao lado de artistas da música sertaneja, como Paula Fernandes, Bruno & Marrone, Chitãozinho & Xororó, Daniel, Leonardo, Martinha, entre outros. O especial foi exibido pela Rede Globo e pela primeira vez desde 1974 Roberto Carlos fez um show ao vivo na Praia de Copacabana no dia 25 de Dezembro de 2010 para um público de 700.000 pessoas e transmitido ao vivo pela Rede Globo. Em 2011 a escola de samba Beija-Flor foi a grande campeã do Carnaval Carioca. Com o enredo "A simplicidade de um rei", sobre a vida de Roberto Carlos, que veio no último carro alegórico.
Roberto Carlos sempre manteve a sua vida pessoal afastada dos holofotes e nunca permitiu a exposição dos filhos. No seu repertório, Roberto Carlos homenageou os seus pais (Lady Laura e Meu Querido, Meu Velho, Meu Amigo) os seus filhos (As Flores do Jardim da Nossa Casa, Quando As Crianças Saírem de Férias e Fim de Semana), a sua esposa Maria Rita e os seus amigos.

Ao longo da sua carreira surgiram também polémicas e escandalos, não é isso que queremos aqui trazer, no entanto importa referir que no período da Jovem Guarda, supostamente ele teria tido um romance com a modelo Maria Stella Splendore, então mulher do famoso estilista Dener. Desta relação, há a possibilidade, até hoje não confirmada, do cantor ser pai da filha de Maria Stella, Maria Leopoldina Splendore Pamplona de Abreu. Em 1968, ele casar-se-ia, em Santa Cruz de la Sierra (Bolívia), com Cleonice Rossi, mãe dos filhos, nascidos no Brasil, Roberto Carlos Segundo ( mais conhecido como Dudu Braga, nascido em 1969), e Luciana (nascida em 1971). Ele ainda assumiu a paternidade de Ana Paula Rossi Braga, filha de Cleonice, e registou-a como sua. Em 1979, o casamento com Cleonice desfez-se e iniciou um romance com a atriz Myrian Rios, que duraria onze anos. Não quiseram ter filhos.

Na década de 1990, o cantor descobriu, através de teste de paternidade, e reconheceu Rafael Torres como seu filho. Em 1995, casou-se com Maria Rita Simões Braga. Em 1998, foi diagnosticado câncro em Maria Rita, que viria a falecer em dezembro de 1999.

Em 2010 morreu aos 96 anos Laura Moreira Braga, mãe de Roberto, a dois dias de o Rei completar seu aniversário de 69 anos pouco tempo depois a 15 de abril de 2011, morreu de paragem cardíaca a sua filha, Ana Paula Rossi Braga.

PUBLICADO digitalblueradio às 22:39 | LINK DO POST
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Herman José von Krippahl nasceu em Lisboa a 19 de Março de 1954. Nasceu e cresceu em Lisboa, filho de pai alemão e de mãe portuguesa. Com quatro anos de idade protagonizava os filmes do pai, cineasta amador. Aos cinco anos entrou para o Kindergarten, na Deutsche Schule Lissabon (Escola Alemã de Lisboa). Teve um comportamento e resultados pouco lineares, à medida que foi tendo os primeiros contactos com o teatro e a música. Estudava ainda quando comprou a sua primeira viola-baixo e através da música conheceu a vida artística.
Por volta dos dezoito anos de idade tem as primeiras aparições na televisão, numa altura em que participava no In-Clave, banda residente do programa de TV "No Tempo Em Que Você Nasceu", dirigida pelo maestro Pedro Osório. Na mesma altura a PIDE faz-lhe um ultimato – ou se naturaliza português e cumpre o serviço militar, ou terá que ir para a Alemanha, como alemão. Herman José opta pela nacionalidade alemã.

Com o 25 de Abril de 1974, acaba por permanecer em Portugal e estreia-se como actor no Teatro ABC, com a peça "Uma no Cravo, Outra na Ditadura". Empresariada por Sérgio de Azevedo, a peça era escrita por José Carlos Ary dos Santos, César de Oliveira e Rogério Bracinha, e integrava no seu elenco actores como Ivone Silva, José de Castro e João Lagarto. Descoberto por Nicolau Breyner, é levado por este a estrear-se como actor na televisão, em 1975. A rábula "Sr. Feliz e Sr. Contente" foi um enorme sucesso.
Em 1977 lança Saca o Saca-Rolhas, cujas vendas alcançam o Disco de Ouro. Durante cinco anos percorre o país em espectáculos de província onde debita anedotas, canta, inventa personagens e improvisa. 
Em 1980 "A Canção do Beijinho" é novamente galardão de Ouro. 
Nesse mesmo ano a criação do personagem Tony Silva («O "creador" de toda música Ró'», latino-romântico de brilhantina e lantejoulas, que retratava a sociedade nas suas canções) conquista o grande público no "Passeio dos Alegres", emitido nas tardes de Domingo da RTP, com Júlio Isidro.
Em 1983 surge o programa "O Tal Canal",  e Herman leva ao Festival da Canção o tema "A Cor do Teu Baton". 
Em 1984 surge com "Hermanias", consolidando algumas das suas personagens mais marcantes, como o cronista de futebol José Estebes ou a rústica Maximiana. Eis entretanto que o seu programa seguinte, "Humor de Perdição" já em 1987, se torna polémico, após a suspensão daquela sitcom, por parte do Conselho de Administração da RTP.

Paralelamente à televisão, Herman desenvolveu na década de 1980 uma intensa actividade de humorista radiofónico, primeiro na Rádio Comercial, depois na TSF e, por fim, como autor da Hermandifusão Portuguesa na Antena1, em duas edições diárias num simultâneo com a RDP Internacional, RDP África, Madeira e Açores.

Só regressa à televisão em 1990, com "Casino Royal", uma mistura de noite de teatro com programa de variedades. Ainda no início da década de 1990 entrega-se à apresentação de concursos como "Com a Verdade M' Enganas" e "Roda da Sorte" , para, logo de seguida, apresentar "Parabéns" em 1993, onde inaugura um espaço talk-show, por onde passam fíguras díspares como Mário Soares, Amália Rodrigues, Roger Moore e Cher.

Em 1996 deixa o "Parabéns", após a censura da rubrica "Última Ceia", que juntou cem mil assinaturas num abaixo-assinado a reclamar a proibição daquela rábula. Regressa com "Herman Enciclopédia" (1997). Sobressaem novas personagens, como Diácono Remédios ou Melga e Mike (este último interpretado por José Pedro Gomes), satirizando a publicidade das televendas. Em 1998, lança "Herman98" e depois "Herman99".


Em 2000, Herman José chega à SIC, apresentando aos Domingos, o talk-show "HermanSIC", mantendo, contudo uma equipa de actores, constituída por Maria Rueff, Joaquim Monchique, Ana Bola, Maria Vieira, Manuel Marques, Vítor de Sousa e, durante algum tempo, Nuno Lopes. Em 2002 apresenta o reality show "Masterplan - O Grande Mestre" juntamente com Marisa Cruz e em 2005 volta aos reality shows com "Senhora Dona Lady" que apresentou com Sílvia Alberto, o programa foi um fracasso e só durou duas semanas. Em 2007 estreia "Hora H", à semelhança de outros programas do actor está dividido em sketchs humorísticos. 
Em 2007, no programa "Os Grandes Portugueses", Herman José ficou em 70º lugar na lista dos 100 maiores portugueses de sempre. Em 2008 o apresentador lançou a versão portuguesa de "Chamar a Música", um concurso que teve no ar durante a época de verão e volta a apresentar o concurso "Roda da Sorte" na SIC.

Herman muda-se para a TVI, onde apresenta "Nasci P'ra Cantar" entre Julho de 2009 e Setembro de 2009, altura em que o seu contrato com a TVI termina. Ainda em 2009 lançou o álbum "Adeus, vou ali já venho", com músicas inéditas. Em 2010 regressa à casa de onde partiu 10 anos antes, a estação pública RTP. Conduzindo agora um talk-show, onde junta a conversa com personalidades portuguesas, com apontamentos humoristicos em formato late night show primeiro com "Herman 2010" e depois "Herman 2011".
Polémicas
Em 2003, Herman José é formalmente acusado no Processo Casa Pia por alegados abusos sexuais a menores no designado "Escândalo Casa Pia", o humorista é notificado para ser ouvido no Tribunal de Instrução Criminal (TIC), mas prova que na data referida pelo Ministério Público estava no Brasil, ao serviço da SIC. A juíza de instrução, Ana Teixeira e Silva, perante a não existência de provas a favor da acusação e apenas de provas que a invalidam, arquiva a queixa.
PUBLICADO digitalblueradio às 11:06 | LINK DO POST
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